CineRUM http://podcast.rum.pt pt-pt All rights reserved to Rádio Universitária do Minho Serviços 720 CineRUM rum@rum.pt no 2010-03-04 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-03-04 - CINE RUM.mp3 2010-03-05 11:45:01 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-03-04 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-03-04 - CINE RUM.mp3 Tim Burton leva-nos esta semana ao seu País das Maravilhas. Alice está de volta e os contos de Lewis Carrol saltaram de novo para o grande ecrã, mas agora com óculos 3-D. E tudo nos parece mais negro, excêntrico e bizarro. Alice está mais crescida. Tem agora 19 anos. Ao tentar evitar um pedido de casamento, e enquanto persegue um pequeno coelho ela cai numa toca que a transporta até ao seu mágico País das Maravilhas. Aqui vai encontrar os seus amigos de infância. o Coelho Branco, os gémeros Tweedle-dee e Tweedle-dum, a Ratazana, a Lagarta, o Gato Cheshire, e claro, o Chapeleiro Louco. O electrizante Johnny Deep, alter-ego de Burton, que se assume como uma figura central no filme. Mas neste mundo de fantasia, povoado de seres exóticos e excêntricos, e que é ainda mais negro na cabeça de Burton, ela vai encontrar um lugar sombrio - o underland. Um reino do qual se apoderou a caprichosa Rainha de Copas, a tirana é, claro, Helena Bonham-Carter, que aparece numa cabeça gigante.Longe da versão vitoriana de Carrol, Burton apresenta-nos a sua própria versão. Uma aventura negra e de certa forma violenta. Isso acontece visualmente e na própria história, quando na luta entre o Bem e o Mal, Alice se transforma numa guerreira, envergando uma armadura e a beber o sangue dos inimigos. Os detalhes hipnotizantes, a banda sonora parte dela assinada por Danny Elfman, mais um habitué, e toda a dimensão Icónica são os pontos de interesse do filme. A própria Mia Wasikowska no papel de Alice é perfeita. Longe de ser uma obra-prima de Burton, este é um bom filme que chega a toda a família. Resta saber se a terra de todas as maravilhas terá salvação na cabeça de Tim Burton? Para descobrir esta semana em “Alice no País nas Maravilhas”. O Cineclube de Joane dedica esta semana um ciclo a Paul Schrader. Já o Cineclube de Guimarães exibe Domingo, dia 7 de Fevereiro, "Um Profeta". O filme de Jacques Audiard venceu nove Césares. Music Tim Burton leva-nos esta semana ao seu País das Maravilhas. Alice está de volta e os contos de Lewis Carrol saltaram de novo para o grande ecrã, mas agora com óculos 3-D. E tudo nos parece mais negro, excêntrico e bizarro. Alice está mais crescida. Tem agora 19 anos. Ao tentar evitar um pedido de casamento, e enquanto persegue um pequeno coelho ela cai numa toca que a transporta até ao seu mágico País das Maravilhas. Aqui vai encontrar os seus amigos de infância. o Coelho Branco, os gémeros Tweedle-dee e Tweedle-dum, a Ratazana, a Lagarta, o Gato Cheshire, e claro, o Chapeleiro Louco. O electrizante Johnny Deep, alter-ego de Burton, que se assume como uma figura central no filme. Mas neste mundo de fantasia, povoado de seres exóticos e excêntricos, e que é ainda mais negro na cabeça de Burton, ela vai encontrar um lugar sombrio - o underland. Um reino do qual se apoderou a caprichosa Rainha de Copas, a tirana é, claro, Helena Bonham-Carter, que aparece numa cabeça gigante.Longe da versão vitoriana de Carrol, Burton apresenta-nos a sua própria versão. Uma aventura negra e de certa forma violenta. Isso acontece visualmente e na própria história, quando na luta entre o Bem e o Mal, Alice se transforma numa guerreira, envergando uma armadura e a beber o sangue dos inimigos. Os detalhes hipnotizantes, a banda sonora parte dela assinada por Danny Elfman, mais um habitué, e toda a dimensão Icónica são os pontos de interesse do filme. A própria Mia Wasikowska no papel de Alice é perfeita. Longe de ser uma obra-prima de Burton, este é um bom filme que chega a toda a família. Resta saber se a terra de todas as maravilhas terá salvação na cabeça de Tim Burton? Para descobrir esta semana em “Alice no País nas Maravilhas”. O Cineclube de Joane dedica esta semana um ciclo a Paul Schrader. Já o Cineclube de Guimarães exibe Domingo, dia 7 de Fevereiro, "Um Profeta". O filme de Jacques Audiard venceu nove Césares. no 2010-02-25 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-25 - CINE RUM.mp3 2010-02-25 13:12:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-25 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-25 - CINE RUM.mp3 Esta semana viajamos até a um lugar sinistro, isolado e chuvoso onde somos convidados a desvendar segredos. Esse misterioso lugar chama-se «Shutter Island» que dá nome ao novo filme de Martin Scorcese, o quarto ao lado de Leonardo DiCaprio. Um filme noir, para o qual, infelizmente temos apenas um elogio: virtuoso. Mal se pisa Shutter Island, ao largo da costa de Boston, percebe-se logo que algo de terrível está para acontecer. Somos apanhados por uma intriga, que no início, chega a ser bastante agradável. Afinal, Scorcese sabe como ninguém criar ambientes de incerteza e medo, capazes de nos tirar a respiração. O transmissor desta ansiedade é DiCaprio,que desempenha o papel de Teddy Danniels. Um detective que trabalha para o Governo e que apanha um ferry para esta ilha, com fim de investigar o desaparecimento de uma paciente, de um hospital psiquiátrico. O seu parceiro é Chuck Aule, Mark Ruffalo. Há ainda Michelle Williams, que aparece apenas em memórias e alucinações como a esposa morta de Teddy. No asilo, os pacientes deambulam como zombies, mas existem outros fantasmas para além destes. Há medida que a investigação ou antes, o jogo de Scorcese, avança surgem cenas de conspiração, sobrenatural, memórias da grande guerra. Paira no ar uma tempestade de enigmas. O argumento parece inspirado na confusão psicológica de Hitchcock e pisca o olho ao mestre do terror italiano Mario Bava, quiçá Brian de Palma. O problema é que a história vai perdendo o interesse, engatando numa espécie de ponto morto. Quem gosta de Scorcese vai continuar a gostar depois de ver «Shutter Island», que se move num mundo fechado, mas que vale a pena entrar e descobrir. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Music Esta semana viajamos até a um lugar sinistro, isolado e chuvoso onde somos convidados a desvendar segredos. Esse misterioso lugar chama-se «Shutter Island» que dá nome ao novo filme de Martin Scorcese, o quarto ao lado de Leonardo DiCaprio. Um filme noir, para o qual, infelizmente temos apenas um elogio: virtuoso. Mal se pisa Shutter Island, ao largo da costa de Boston, percebe-se logo que algo de terrível está para acontecer. Somos apanhados por uma intriga, que no início, chega a ser bastante agradável. Afinal, Scorcese sabe como ninguém criar ambientes de incerteza e medo, capazes de nos tirar a respiração. O transmissor desta ansiedade é DiCaprio,que desempenha o papel de Teddy Danniels. Um detective que trabalha para o Governo e que apanha um ferry para esta ilha, com fim de investigar o desaparecimento de uma paciente, de um hospital psiquiátrico. O seu parceiro é Chuck Aule, Mark Ruffalo. Há ainda Michelle Williams, que aparece apenas em memórias e alucinações como a esposa morta de Teddy. No asilo, os pacientes deambulam como zombies, mas existem outros fantasmas para além destes. Há medida que a investigação ou antes, o jogo de Scorcese, avança surgem cenas de conspiração, sobrenatural, memórias da grande guerra. Paira no ar uma tempestade de enigmas. O argumento parece inspirado na confusão psicológica de Hitchcock e pisca o olho ao mestre do terror italiano Mario Bava, quiçá Brian de Palma. O problema é que a história vai perdendo o interesse, engatando numa espécie de ponto morto. Quem gosta de Scorcese vai continuar a gostar depois de ver «Shutter Island», que se move num mundo fechado, mas que vale a pena entrar e descobrir. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. no 2010-02-18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 2010-02-19 12:02:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 Já tínhamos saudades destes Coen. Ácidos, imprevisíveis e donos de um humor negro apurado. Para que servem os sinais? E até onde vai a nossa fé? Pode ser que descubra as respostas em «A serious Man». Uma máxima que se aplica ao novo filme de Joel e Ethan Coen é a de que um azar num vem só. E como é que se explicam tantos azares sem razão aparente? Terá deus uma resposta convincente? E se esse deus for Hashem, judeu? Então aí tudo se complica. Estamos na Primavera de 1967. Larry Gopnik é um professor de física na universidade do Minesota. Casado, pai dedicado e irmão paciente. Mas a vida deste homem sério é apanhada numa espiral de desgraças. A mulher troca-o pelo colega convencido e exige um divórcio religioso, sugerindo ainda que saia de casa para ir morar num motel. Mas os caos instala-se em todos os departamentos, incluindo o profissional, quando começa a receber cartas para o denegrir e é subornado por um aluno.O namorado da mulher morre e é ele que tem de pagar a conta do funeral. A única coisa positiva parece ser o bar mitzvah do filho mais novo. No ambiente retro do American Way of Life, o filme que respira das suas personagens, sobretudo Michael Stuhlbarg, que não se percebe falhou a nomeação ao óscar para melhor actor.A Serious Man está no entanto na corrida para Melhor Filme e Melhor Argumento Original, somando já dezenas de prémios de cinema independente. De novo com Carter Burwell na banda sonora e Roger Deakins na fotografia, «Um Homem Sério» é uma comédia negra convincente, que não sendo surpreendente, consegue arrancar de nós umas sinceras gargalhadas . Estamos seguros que os irmãos estão de regresso às origens, desta vez com uma hipérbole sobre a condição humana. Music Já tínhamos saudades destes Coen. Ácidos, imprevisíveis e donos de um humor negro apurado. Para que servem os sinais? E até onde vai a nossa fé? Pode ser que descubra as respostas em «A serious Man». Uma máxima que se aplica ao novo filme de Joel e Ethan Coen é a de que um azar num vem só. E como é que se explicam tantos azares sem razão aparente? Terá deus uma resposta convincente? E se esse deus for Hashem, judeu? Então aí tudo se complica. Estamos na Primavera de 1967. Larry Gopnik é um professor de física na universidade do Minesota. Casado, pai dedicado e irmão paciente. Mas a vida deste homem sério é apanhada numa espiral de desgraças. A mulher troca-o pelo colega convencido e exige um divórcio religioso, sugerindo ainda que saia de casa para ir morar num motel. Mas os caos instala-se em todos os departamentos, incluindo o profissional, quando começa a receber cartas para o denegrir e é subornado por um aluno.O namorado da mulher morre e é ele que tem de pagar a conta do funeral. A única coisa positiva parece ser o bar mitzvah do filho mais novo. No ambiente retro do American Way of Life, o filme que respira das suas personagens, sobretudo Michael Stuhlbarg, que não se percebe falhou a nomeação ao óscar para melhor actor.A Serious Man está no entanto na corrida para Melhor Filme e Melhor Argumento Original, somando já dezenas de prémios de cinema independente. De novo com Carter Burwell na banda sonora e Roger Deakins na fotografia, «Um Homem Sério» é uma comédia negra convincente, que não sendo surpreendente, consegue arrancar de nós umas sinceras gargalhadas . Estamos seguros que os irmãos estão de regresso às origens, desta vez com uma hipérbole sobre a condição humana. no 2010-02-18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 2010-02-18 15:33:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-18 - CINE RUM.mp3 Music no 2010-02-11 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-11 - CINE RUM.mp3 2010-02-12 13:52:45 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-11 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-11 - CINE RUM.mp3 Com seis nomeações aos óscares, entre os quais melhor filme e realizador, estreia esta semana “Precious”. O novo trabalho de Lee Daniels, com produção de Oprah Winfrey, filma uma história que tem tanto de banal, como de inspiradora. A prova disso foi expressa através de três prémios no Festival de Sundance e em Cannes com uma ovação que durou uns longos 15 minutos. Fala-se até num recorde de aplausos. Chegamos a ter repulsa desta rapariga. Uma adolescente de 16 anos, com um peso acima dos 300 quilos, que vive com a mãe no bairro de Harlem, em Nova Iorque, e está grávida pela segunda vez.Isto até percebermos que «Precious» é vítima de abusos sexuais por parte do pai, que a engravidou, e por parte da mãe, por quem é física e psicologicamente agredida. Para adensar o drama esta adolescente enfrenta outros estigmas, como o facto de ser negra, semi-analfabeta, mãe de uma criança com trissomia 21 e mais tarde descobrir que é seropositiva . Cenas que surgem intercaladas com momentos fantasiados pela nossa protagonista, que sonha em ser famosa e amada. Precious vai ganhar identidade e amor quando um dia aterra numa escola especial, frequentada por raparigas, todas elas problemáticas e orientadas por uma professora que lhe aponta um rumo.Baseado no livro “Push“ da escritora afro-americana que dá pelo nome de Saphire, “Precious” é um filme duro, mas que cai facilmente em estereótipos. Para além de Mo’Nique, que pelo papel de mãe, dificilmente falhará o óscar de melhor actriz secundária, no elenco vamos encontrar a estreante e protagonista Gabourey Sidibe, Mariah Carey e Lenny Kravitz.Por cá o filme é apoiado pela APAV, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, aproveita para trazer a discussão sobre as vítimas de violência doméstica para a ordem do dia. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane Guimarães. Music Com seis nomeações aos óscares, entre os quais melhor filme e realizador, estreia esta semana “Precious”. O novo trabalho de Lee Daniels, com produção de Oprah Winfrey, filma uma história que tem tanto de banal, como de inspiradora. A prova disso foi expressa através de três prémios no Festival de Sundance e em Cannes com uma ovação que durou uns longos 15 minutos. Fala-se até num recorde de aplausos. Chegamos a ter repulsa desta rapariga. Uma adolescente de 16 anos, com um peso acima dos 300 quilos, que vive com a mãe no bairro de Harlem, em Nova Iorque, e está grávida pela segunda vez.Isto até percebermos que «Precious» é vítima de abusos sexuais por parte do pai, que a engravidou, e por parte da mãe, por quem é física e psicologicamente agredida. Para adensar o drama esta adolescente enfrenta outros estigmas, como o facto de ser negra, semi-analfabeta, mãe de uma criança com trissomia 21 e mais tarde descobrir que é seropositiva . Cenas que surgem intercaladas com momentos fantasiados pela nossa protagonista, que sonha em ser famosa e amada. Precious vai ganhar identidade e amor quando um dia aterra numa escola especial, frequentada por raparigas, todas elas problemáticas e orientadas por uma professora que lhe aponta um rumo.Baseado no livro “Push“ da escritora afro-americana que dá pelo nome de Saphire, “Precious” é um filme duro, mas que cai facilmente em estereótipos. Para além de Mo’Nique, que pelo papel de mãe, dificilmente falhará o óscar de melhor actriz secundária, no elenco vamos encontrar a estreante e protagonista Gabourey Sidibe, Mariah Carey e Lenny Kravitz.Por cá o filme é apoiado pela APAV, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, aproveita para trazer a discussão sobre as vítimas de violência doméstica para a ordem do dia. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane Guimarães. no 2010-02-04 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-04 - CINE RUM.mp3 2010-02-12 13:52:13 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-04 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-02-04 - CINE RUM.mp3 Woody Allen está de volta a Nova Iorque. Depois de Vicky Cristina Barcelona, o mais famoso neurótico da sétima arte reaviva o charme de outora. Ao fazer um filme que combina clássicos da música e mulheres, bonitas e jovens. “Whatever Works - Tudo pode resultar” é a estreia desta semana. Woody Allen voltou ao seu habitat natural - a Big Apple. Se bem que o encanto é agora diferente. A sugestão é que passemos um bom bocado. Vamos então acompanhar a história de Boris, o alter-ego de Allen, interpretado por Larry David. Um sujeito que se auto-intitula o génio da física, que falhou por pouco o prémio nobel, mas que não ficou por aí, falhando também no casamento e nos suicídios. Boris é o homem que enfrenta a Câmara, nos dirige a palavra, é cínico, mas também não o esconde, hipocondríaco, que abomina a ignorância e os clichés. Numa palavra é um ser irritante. Um dia conhece Melody. Uma jovem do Mississipi que carrega consigo todos estériotipos. Loira, jovem, pouco inteligente, pernas longas, pouca roupa, sotaque do sul e o sonho de viver numa grande cidade. O factor acaso acontece. Os dois apaixonam-se. A partir daqui embarcamos numa comédia que envolve pais, menáge a trois, descobertas da homossexualidade depois dos 40 e sorte. Patricia Clarkson e Evan Rachel Wood, mãe e filha, são desta vez as mulheres de Woody Allen, mas sozinhas não chegam para dar brilho a um filme que poderia de facto dar certo. Mas que acaba por resultar apenas graças ao registo típico do senhor Allen. Music Woody Allen está de volta a Nova Iorque. Depois de Vicky Cristina Barcelona, o mais famoso neurótico da sétima arte reaviva o charme de outora. Ao fazer um filme que combina clássicos da música e mulheres, bonitas e jovens. “Whatever Works - Tudo pode resultar” é a estreia desta semana. Woody Allen voltou ao seu habitat natural - a Big Apple. Se bem que o encanto é agora diferente. A sugestão é que passemos um bom bocado. Vamos então acompanhar a história de Boris, o alter-ego de Allen, interpretado por Larry David. Um sujeito que se auto-intitula o génio da física, que falhou por pouco o prémio nobel, mas que não ficou por aí, falhando também no casamento e nos suicídios. Boris é o homem que enfrenta a Câmara, nos dirige a palavra, é cínico, mas também não o esconde, hipocondríaco, que abomina a ignorância e os clichés. Numa palavra é um ser irritante. Um dia conhece Melody. Uma jovem do Mississipi que carrega consigo todos estériotipos. Loira, jovem, pouco inteligente, pernas longas, pouca roupa, sotaque do sul e o sonho de viver numa grande cidade. O factor acaso acontece. Os dois apaixonam-se. A partir daqui embarcamos numa comédia que envolve pais, menáge a trois, descobertas da homossexualidade depois dos 40 e sorte. Patricia Clarkson e Evan Rachel Wood, mãe e filha, são desta vez as mulheres de Woody Allen, mas sozinhas não chegam para dar brilho a um filme que poderia de facto dar certo. Mas que acaba por resultar apenas graças ao registo típico do senhor Allen. no 2010-01-28 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-28 - CINE RUM.mp3 2010-02-12 13:51:47 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-28 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-28 - CINE RUM.mp3 Na busca pela redenção um jovem casal é confrontado com velhos fantasmas.O argumento chega ser cliché, mas Lars Von Trier consegue transformá-lo num clássico do terror moderno.«Anticristo» é a estreia desta semana! Já não é a primeira vez que Willem Dafoe trabalha com Lars Von Trier, o realizador de DogVille e Dancer in the Dark, apresenta-nos um filme sobre mulheres. Uma em particular, que nunca chegamos a saber se é naturalmente má ou uma vítima da incompreensão. Dafoe é em “Anticristo” um terapeuta casado com Charlotte Gainsbourg.Uma noite, enquanto têm sexo o filho bebé cai da janela e morre, uma cena em slow motion, estranhamente bela, que acontece precisamente quando a mãe desta criança tem um orgasmo. Para tentar ultrapassar a dor e a culpa, o marido leva-a para uma casa perdida no meio da floresta onde a confronta com os medos mais recônditos e trata-a como um paciente.Refugiam-se neste lugar que outrora foi apelidado de Éden, mas que não tarda irá transformar-se no inferno para este homem, há medida que o tratamento avança. O que vemos a seguir é um ritual de violencia que inclui imagens do nosso protagonista arrastado pelos genitais, preso por um parafuso para não fugir, mutilamentos, ou seja, um festim de tortura até ao momento fatal. Vaiado pela crítica no Festival de Cannes, que o considerou absurdo, «Anticristo» é uma obra de difícil visionamento que precisa de ser bem digerida antes de a entendermos.Uma viagem metafórica até à escuridão do ser humano, que mistura real e fantástico e em que o belo vive lado a lado com o grotesco. Music Na busca pela redenção um jovem casal é confrontado com velhos fantasmas.O argumento chega ser cliché, mas Lars Von Trier consegue transformá-lo num clássico do terror moderno.«Anticristo» é a estreia desta semana! Já não é a primeira vez que Willem Dafoe trabalha com Lars Von Trier, o realizador de DogVille e Dancer in the Dark, apresenta-nos um filme sobre mulheres. Uma em particular, que nunca chegamos a saber se é naturalmente má ou uma vítima da incompreensão. Dafoe é em “Anticristo” um terapeuta casado com Charlotte Gainsbourg.Uma noite, enquanto têm sexo o filho bebé cai da janela e morre, uma cena em slow motion, estranhamente bela, que acontece precisamente quando a mãe desta criança tem um orgasmo. Para tentar ultrapassar a dor e a culpa, o marido leva-a para uma casa perdida no meio da floresta onde a confronta com os medos mais recônditos e trata-a como um paciente.Refugiam-se neste lugar que outrora foi apelidado de Éden, mas que não tarda irá transformar-se no inferno para este homem, há medida que o tratamento avança. O que vemos a seguir é um ritual de violencia que inclui imagens do nosso protagonista arrastado pelos genitais, preso por um parafuso para não fugir, mutilamentos, ou seja, um festim de tortura até ao momento fatal. Vaiado pela crítica no Festival de Cannes, que o considerou absurdo, «Anticristo» é uma obra de difícil visionamento que precisa de ser bem digerida antes de a entendermos.Uma viagem metafórica até à escuridão do ser humano, que mistura real e fantástico e em que o belo vive lado a lado com o grotesco. no 2010-01-21 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-21 - CINE RUM.mp3 2010-01-25 18:31:36 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-21 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-21 - CINE RUM.mp3 Depois do oscarizado Juno sobre a gravidez na adolescência, Jason Reitman volta com uma nova abordagem da sociedade norte-americana. E fâ-lo no presente, sobre os problemas da crise e do desemprego.“Nas Nuvens” (Up in the Air) é uma comédia surprendente, que nos faz esquecer em alguns momentos que o protagonista ganha a vida a despedir pessoas.Umas atrás das outras. Era a grande promessa dos globos de ouro, mas veio para casa de mãos abanar, arrecadando apenas o galardão para melhor argumento. Mas nada está perdido, já que é um dos favoritos na corrida aos óscares."Nas Nuvens " é com certeza um filme que ficará na memória. Quanto mais não seja pelo papel de George Clooney, comparável a um Michael Clayton. O senhor Reitman leva-nos literalmente às nuvens. E para quem não gosta da azáfama de aeroportos, andar de malas atrás, respirar ar reciclado ou comida de aviões vai ter oportunidade de conhecer Ryan Bingham. É que ao contrário do que seria de esperar, este homem adora todos os espaços ligados a aeroportos, aviões e hoteis. Diz mesmo que para o conhecer é viajar com ele. Mas as singularidades não se ficam por aqui. O trabalho deste quarentão com fobia a compromisso é despedir pessoas.Como especialista em processos de lay-off é tão profissional, que tem a meta de chegar aos 10 mil milhoes de milhas. Só que um dia o pragmático patrão, com quem Ryan apenas comunica à distãncia, decide minimizar os custos e acabam-se as viagens. Cada vez mais com os pés na terra, Ryan conhece uma colega de profissão e apaixona-se. O filme adaptado do romance Up in the Air, de Walter Kirn, aborda de certa forma as reais consequências da recessão, com os despedimentos de milhares de pessoas, mas acaba por resvalar para o lado mais sentimental. Com George Clooney, Vera Farmiga e Anna Kendrick nos principais papeis, "Nas Nuvens" mistura comédia romântica e a sátira, sobre uma nova filosofia de vida nos tempos que correm. Somos cada vez mais pobres e solitários. Espreite ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães! Music Depois do oscarizado Juno sobre a gravidez na adolescência, Jason Reitman volta com uma nova abordagem da sociedade norte-americana. E fâ-lo no presente, sobre os problemas da crise e do desemprego.“Nas Nuvens” (Up in the Air) é uma comédia surprendente, que nos faz esquecer em alguns momentos que o protagonista ganha a vida a despedir pessoas.Umas atrás das outras. Era a grande promessa dos globos de ouro, mas veio para casa de mãos abanar, arrecadando apenas o galardão para melhor argumento. Mas nada está perdido, já que é um dos favoritos na corrida aos óscares."Nas Nuvens " é com certeza um filme que ficará na memória. Quanto mais não seja pelo papel de George Clooney, comparável a um Michael Clayton. O senhor Reitman leva-nos literalmente às nuvens. E para quem não gosta da azáfama de aeroportos, andar de malas atrás, respirar ar reciclado ou comida de aviões vai ter oportunidade de conhecer Ryan Bingham. É que ao contrário do que seria de esperar, este homem adora todos os espaços ligados a aeroportos, aviões e hoteis. Diz mesmo que para o conhecer é viajar com ele. Mas as singularidades não se ficam por aqui. O trabalho deste quarentão com fobia a compromisso é despedir pessoas.Como especialista em processos de lay-off é tão profissional, que tem a meta de chegar aos 10 mil milhoes de milhas. Só que um dia o pragmático patrão, com quem Ryan apenas comunica à distãncia, decide minimizar os custos e acabam-se as viagens. Cada vez mais com os pés na terra, Ryan conhece uma colega de profissão e apaixona-se. O filme adaptado do romance Up in the Air, de Walter Kirn, aborda de certa forma as reais consequências da recessão, com os despedimentos de milhares de pessoas, mas acaba por resvalar para o lado mais sentimental. Com George Clooney, Vera Farmiga e Anna Kendrick nos principais papeis, "Nas Nuvens" mistura comédia romântica e a sátira, sobre uma nova filosofia de vida nos tempos que correm. Somos cada vez mais pobres e solitários. Espreite ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães! no 2010-01-14 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-14 - CINE RUM.mp3 2010-01-16 12:05:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-14 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-14 - CINE RUM.mp3 Vencedor da Palma de Ouro no último Festival de Cannes e de três Prémios do Cinema Europeu, O Laço Branco de Michael Haneke é uma nova busca pela verdade e das raízes do mal, neste caso do nazismo. Depois de “A Pianista” e “Nada a Esconder”, Haneke volta a conduzir uma história dura, em que todos são culpados e ninguém é.Esta leva-nos até uma pequena aldeia no norte da Alemanha Protestante, nas vésperas da I Guerra Mundial, atingida por uma série de crimes misteriosos e cruéis.Os principais suspeitos parecem ser um grupo de crianças, de cabelos loiros e aparência angelical, lideradas pelo professor da aldeia. A nossa personagem central interpretada por Christian Friedel. Há ainda o barão, o gerente, o pastor, o médico, a parteira e os camponeses, a maior parte são homens, austeros e rigorosos. Mas são os mesmos que maltratam, humilham e molestam estas crianças, de rostos frágeis e que recebem uma educação austera.No filme quem usa o laço branco (que à partida simboliza a pureza, a castidade, a libertação do pecado) – é privado dessa condição. Um filme profético, carregado de suspense, e que está envolto em mistério e violência. Não fosse Haneke um especialista na representação da violência.O preto-e-branco adensa o drama e faz lembrar aqueles filmes de fantasmas, perdidos num tempo que não sabemos qual. Não perca ainda o ciclo dedicado a Marguerite Duras, no Cineclube de Joane e as sugestões do Cineclube de Guimarães para esta semana. Nesta edição do Cine RUM revelamos as grandes apostas do Fantasporto no 30.º aniversário. Com o apoio: www.atalantafilmes.com www.clapfilmes.pt Music Vencedor da Palma de Ouro no último Festival de Cannes e de três Prémios do Cinema Europeu, O Laço Branco de Michael Haneke é uma nova busca pela verdade e das raízes do mal, neste caso do nazismo. Depois de “A Pianista” e “Nada a Esconder”, Haneke volta a conduzir uma história dura, em que todos são culpados e ninguém é.Esta leva-nos até uma pequena aldeia no norte da Alemanha Protestante, nas vésperas da I Guerra Mundial, atingida por uma série de crimes misteriosos e cruéis.Os principais suspeitos parecem ser um grupo de crianças, de cabelos loiros e aparência angelical, lideradas pelo professor da aldeia. A nossa personagem central interpretada por Christian Friedel. Há ainda o barão, o gerente, o pastor, o médico, a parteira e os camponeses, a maior parte são homens, austeros e rigorosos. Mas são os mesmos que maltratam, humilham e molestam estas crianças, de rostos frágeis e que recebem uma educação austera.No filme quem usa o laço branco (que à partida simboliza a pureza, a castidade, a libertação do pecado) – é privado dessa condição. Um filme profético, carregado de suspense, e que está envolto em mistério e violência. Não fosse Haneke um especialista na representação da violência.O preto-e-branco adensa o drama e faz lembrar aqueles filmes de fantasmas, perdidos num tempo que não sabemos qual. Não perca ainda o ciclo dedicado a Marguerite Duras, no Cineclube de Joane e as sugestões do Cineclube de Guimarães para esta semana. Nesta edição do Cine RUM revelamos as grandes apostas do Fantasporto no 30.º aniversário. Com o apoio: www.atalantafilmes.com www.clapfilmes.pt no 2010-01-07 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-07 - CINE RUM.mp3 2010-01-15 12:05:28 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-07 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2010-01-07 - CINE RUM.mp3 Esta semana liberte a imaginação e deixe-se guiar pelo novo filme de Spike Jonze. O hiper-criativo cineasta norte-americano regressa com um filme sobre o mundo infância, segredos, mistérios e pequenos e grandes medos.“O Sítio das Coisas Selvagens” é a estreia desta semana. Saído das páginas do livro infantil de Maurice Sendak, que também entra na produção ao lado de Tom Hanks, o filme conta a história de um rapaz que vive com a mãe, que anda sempre ocupada, a irmã adolescente, e o pai ausente.Max é sensível, melancólico e incompreendido pela família, que passa horas a brincar com personagens fruto da própria imaginação. Quando um dia discute com a mãe, Max, vestido no seu fato de lobo, imagina que foge para uma floresta onde encontra um barco que o leva para uma ilha povoada de seres estranhos e assustadores. Criaturas enormes, mas com olhar meigo e vagamente familiares ao nosso personagem na forma como são selvagens e não sabem controlar emoções.Max torna-se rei do sítio das coisas selvagens, só que a tarefa de governar revela-se cada vez mais complicada e um dia terá de voltar para casa. Protagonizado pelo pequeno Max Records e Chaterine Keener, com as criaturas a terem vozes emprestadas de Chris Cooper, James Galdolfini ou Lauren Ambrose, esta uma viagem mágica em que se aprendem valores da amizade e do respeito.Numa mistura de fantasia e realidade, este é um filme original, simples e encantador, mas que ainda assim não consegue exceder os anteriores “Queres Ser John Malkovich?” e “Inadaptado”. Music Esta semana liberte a imaginação e deixe-se guiar pelo novo filme de Spike Jonze. O hiper-criativo cineasta norte-americano regressa com um filme sobre o mundo infância, segredos, mistérios e pequenos e grandes medos.“O Sítio das Coisas Selvagens” é a estreia desta semana. Saído das páginas do livro infantil de Maurice Sendak, que também entra na produção ao lado de Tom Hanks, o filme conta a história de um rapaz que vive com a mãe, que anda sempre ocupada, a irmã adolescente, e o pai ausente.Max é sensível, melancólico e incompreendido pela família, que passa horas a brincar com personagens fruto da própria imaginação. Quando um dia discute com a mãe, Max, vestido no seu fato de lobo, imagina que foge para uma floresta onde encontra um barco que o leva para uma ilha povoada de seres estranhos e assustadores. Criaturas enormes, mas com olhar meigo e vagamente familiares ao nosso personagem na forma como são selvagens e não sabem controlar emoções.Max torna-se rei do sítio das coisas selvagens, só que a tarefa de governar revela-se cada vez mais complicada e um dia terá de voltar para casa. Protagonizado pelo pequeno Max Records e Chaterine Keener, com as criaturas a terem vozes emprestadas de Chris Cooper, James Galdolfini ou Lauren Ambrose, esta uma viagem mágica em que se aprendem valores da amizade e do respeito.Numa mistura de fantasia e realidade, este é um filme original, simples e encantador, mas que ainda assim não consegue exceder os anteriores “Queres Ser John Malkovich?” e “Inadaptado”. no 2009-12-23 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-23 - CINE RUM.mp3 2010-01-04 17:26:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-23 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-23 - CINE RUM.mp3 Conhecida por filmes como “A Vida dos Outros”, Agnès Jaoui, passou este ano pela Festa do Cinema Francês, onde apresentou o seu mais recente filme. «Parlez-Moi de la Pluie – Deixa Chover». A história de uma mulher feminista que acaba de chegar à política. Em Parlez-moi de la Pluie, Agnès Jaoui é realizadora, protagonista e argumentista.No filme ela é a escritora Agathe Villanova. A candidata às eleições de uma pequena localidade francesa, onde cresceu e que agora regressa. Tudo por causa da lei da paridade. O inevitável reencontro com a família, depois da morte mãe,encontra a irmã, o cunhado, a velha empregada argelina e o filho desta, Karim. Um jovem que tirou um curso de vídeo e com a ajuda de um antigo professor decide filmar um documentário sobre mulheres que venceram na vida. E convencem Agathe a ficar com o papel principal. No meio das entrevistas, em que quase tudo parcee falhar, inclusive a natureza, Agathe revela o seu carácter feminista e autoritário. E uma entrevista que devia demorar apenas umas horas vai mudar a vida destes personagens, já que esta foi a forma encontrada para todos resolverem as dependências pessoais. Separações, adultério, política, problemas familiares e relações de classe. Uma comédia hilariante que desenrola de uma forma fluida e natural como a música que lhe dá o nome. Parlez-moi de la pluie - Deixa chover. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Guimarães. Music Conhecida por filmes como “A Vida dos Outros”, Agnès Jaoui, passou este ano pela Festa do Cinema Francês, onde apresentou o seu mais recente filme. «Parlez-Moi de la Pluie – Deixa Chover». A história de uma mulher feminista que acaba de chegar à política. Em Parlez-moi de la Pluie, Agnès Jaoui é realizadora, protagonista e argumentista.No filme ela é a escritora Agathe Villanova. A candidata às eleições de uma pequena localidade francesa, onde cresceu e que agora regressa. Tudo por causa da lei da paridade. O inevitável reencontro com a família, depois da morte mãe,encontra a irmã, o cunhado, a velha empregada argelina e o filho desta, Karim. Um jovem que tirou um curso de vídeo e com a ajuda de um antigo professor decide filmar um documentário sobre mulheres que venceram na vida. E convencem Agathe a ficar com o papel principal. No meio das entrevistas, em que quase tudo parcee falhar, inclusive a natureza, Agathe revela o seu carácter feminista e autoritário. E uma entrevista que devia demorar apenas umas horas vai mudar a vida destes personagens, já que esta foi a forma encontrada para todos resolverem as dependências pessoais. Separações, adultério, política, problemas familiares e relações de classe. Uma comédia hilariante que desenrola de uma forma fluida e natural como a música que lhe dá o nome. Parlez-moi de la pluie - Deixa chover. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Guimarães. no 2009-12-16 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-16 - CINE RUM.mp3 2009-12-18 17:26:35 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-16 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-16 - CINE RUM.mp3 Music no 2009-12-09 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-09 - CINE RUM.mp3 2009-12-10 11:37:17 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-09 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-09 - CINE RUM.mp3 Dura, bizarra, mas ao mesmo tempo, maravilhosa. É assim a adolescência que volta ao grande ecrã, desta vez pela mão de um conhecido autor de banda desenhada, Riad Satouff,  em “Uns Belos Rapazes” no título original «Les Beaux Gosses». Hervé é o nosso protagonista. Um adolescente de 14 anos, que vive com a mãe e que é rejeitado constantemente pelas miúdas, muito por causa do seu aspecto pouco atraente e do seu intelecto que também deixa muito a desejar. Há ainda o melhor amigo Camel. Um árabe heavy-metal, que tal como Hervé é obcecado pelo sexo feminino e sonha dormir com uma rapariga. O cliché da adolescência é completo. Dois amigos feiosos, com borbulhas no rosto, de ar esgrouviado e com sérias dificuldades em controlar as hormonas. Só que apesar de ser um estreante, o Riad consegue transformar tudo isto numa comédia brilhante e afastar-se de registos como American Pie. Aqui reinventa-se toda uma linguagem jovem e as cenas previsíveis deixam de o ser e passam a hilariantes. A acção deste teenage movie, onde os adolescentes são todos actores amadores, começa quando Aurore, a rapariga mais gira da turma, começa a aproximar-se de Hervé, de uma forma que nem ele sabe.O que se segue é uma jornada no mínimo violenta de beijos, de corpos imperfeitos e de diálogos idiotas.Vicent Lacoste e Anthony Sonigo, são os “Belos rapazes”, que nos conduzem por esta viagem tortuosa que é a adolescência, onde experienciamos diferentes identidades, na esperança de encontrar alguma que nos sirva.O filme apresentado na Quinzena do Realizadores do festival de Cannes, em Maio passado e que passou pelo Estoril Film Festival deste ano, dá aos adolescentes técnicas inovadoras para não fazerem figuras de parvos. Ensina-os, como diz a crítica, a atar os atacadores. Espreite ainda as sugestões do Velha Cine e dos Cineclubes de Joane e Guimarães Music Dura, bizarra, mas ao mesmo tempo, maravilhosa. É assim a adolescência que volta ao grande ecrã, desta vez pela mão de um conhecido autor de banda desenhada, Riad Satouff,  em “Uns Belos Rapazes” no título original «Les Beaux Gosses». Hervé é o nosso protagonista. Um adolescente de 14 anos, que vive com a mãe e que é rejeitado constantemente pelas miúdas, muito por causa do seu aspecto pouco atraente e do seu intelecto que também deixa muito a desejar. Há ainda o melhor amigo Camel. Um árabe heavy-metal, que tal como Hervé é obcecado pelo sexo feminino e sonha dormir com uma rapariga. O cliché da adolescência é completo. Dois amigos feiosos, com borbulhas no rosto, de ar esgrouviado e com sérias dificuldades em controlar as hormonas. Só que apesar de ser um estreante, o Riad consegue transformar tudo isto numa comédia brilhante e afastar-se de registos como American Pie. Aqui reinventa-se toda uma linguagem jovem e as cenas previsíveis deixam de o ser e passam a hilariantes. A acção deste teenage movie, onde os adolescentes são todos actores amadores, começa quando Aurore, a rapariga mais gira da turma, começa a aproximar-se de Hervé, de uma forma que nem ele sabe.O que se segue é uma jornada no mínimo violenta de beijos, de corpos imperfeitos e de diálogos idiotas.Vicent Lacoste e Anthony Sonigo, são os “Belos rapazes”, que nos conduzem por esta viagem tortuosa que é a adolescência, onde experienciamos diferentes identidades, na esperança de encontrar alguma que nos sirva.O filme apresentado na Quinzena do Realizadores do festival de Cannes, em Maio passado e que passou pelo Estoril Film Festival deste ano, dá aos adolescentes técnicas inovadoras para não fazerem figuras de parvos. Ensina-os, como diz a crítica, a atar os atacadores. Espreite ainda as sugestões do Velha Cine e dos Cineclubes de Joane e Guimarães no 2009-12-02 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-02 - CINE RUM.mp3 2009-12-03 12:48:37 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-02 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-12-02 - CINE RUM.mp3 Do cruzamento entre arte e cultura, do génio e do estilo, nasceu a paixão entre Coco Chanel e Igor Starvinsky. O filme de Jan Kounen, para além de retratar o romance, funciona com um duplo biopic sobre figuras que revolucionaram a cultura do século XX. Adaptado do romance de Chris Greenhalgh, o filme mostra a estilista francesa e o compositor russo, na intimidade e o lado psicológico de dois génios. A câmera entra na casa de campo onde Coco acolhe Igor e a família durante a Revolução Russa, na famosa loja de Paris, no laboratório em Grasse, onde foi criado o Chanel number 5, passando pelos Campos Elísios onde Coco assiste em 1913 à estreia do bailado de Stravinsky, “A Sagração da Primavera”. Um espectáculo que chocou os espectadores que vaiaram a obra, mas que hipnotizou a jovem estilista. Anos mais tarde, já famosa, Coco é devastada pela morte do seu amante, Boy Capel. É quando conhece Stravinsky, recém-chegado a Paris como exilado da União Soviética. Coco acolhe o compositor e a família na sua casa de campo, onde Stravinky pode compor em sossego e rodeado de todos os luxos. Esse momento marcará o início de uma paixão electrizante, que nunca foi muito conhecida. Com passagem pelo Festival de Cannes deste ano, mas fora da competição, «Coco Chanel & Igor Stravinsky» é um filme intimista, equilibrado em que os momentos de paixão parecem reais e a arte fala por si. Music Do cruzamento entre arte e cultura, do génio e do estilo, nasceu a paixão entre Coco Chanel e Igor Starvinsky. O filme de Jan Kounen, para além de retratar o romance, funciona com um duplo biopic sobre figuras que revolucionaram a cultura do século XX. Adaptado do romance de Chris Greenhalgh, o filme mostra a estilista francesa e o compositor russo, na intimidade e o lado psicológico de dois génios. A câmera entra na casa de campo onde Coco acolhe Igor e a família durante a Revolução Russa, na famosa loja de Paris, no laboratório em Grasse, onde foi criado o Chanel number 5, passando pelos Campos Elísios onde Coco assiste em 1913 à estreia do bailado de Stravinsky, “A Sagração da Primavera”. Um espectáculo que chocou os espectadores que vaiaram a obra, mas que hipnotizou a jovem estilista. Anos mais tarde, já famosa, Coco é devastada pela morte do seu amante, Boy Capel. É quando conhece Stravinsky, recém-chegado a Paris como exilado da União Soviética. Coco acolhe o compositor e a família na sua casa de campo, onde Stravinky pode compor em sossego e rodeado de todos os luxos. Esse momento marcará o início de uma paixão electrizante, que nunca foi muito conhecida. Com passagem pelo Festival de Cannes deste ano, mas fora da competição, «Coco Chanel & Igor Stravinsky» é um filme intimista, equilibrado em que os momentos de paixão parecem reais e a arte fala por si. no 2009-11-25 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-25 - CINE RUM.mp3 2009-11-30 13:59:44 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-25 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-25 - CINE RUM.mp3 inguém faz documentários como Michael Moore. Divertido, sarcástico, irónico e em parte corajoso. O alvo continua a ser a América, mais concretamente o sistema dominante - o capitalismo - que o realizador compara ao diabo. Depois da sátira negra contra a paixão pelas armas, em "Bowling for Columbine", a crítica à política de Bush em "Fahrenheit 9/11" e o mais recente Sicko, sobre o sistema de saúde norte-americano, Michael Moore vai mais longe ao tentar compreender a origem da crise financeira mundial. A pior depois do Crash de 1929. E qual o preço a pagar por esse amor ao capitalismo, que se transformou num enorme pesadelo. Em «Capitalismo: Uma História de Amor» segue a sua linha de provocação. Moore vai directo ao assunto. Conversa com famílias afundadas em hipotecas, questiona e panha congressistas desprevenidos, persegue executivos das grandes corporações em Wall Street e investiga a Goldman Sacks. Moore está do lado dos fracos e dos oprimidos. De megafone na mão reclama à porta das empresas o dinheiro roubado aos contribuintes e dá voz de prisão aos administradores da AIG, o primeiro gigante a falir no ano passado. O realizador defende um novo sistema económico e quem sabe, uma revolução, demonstrando que o poder está nas mãos do povo. E só eles é que podem decidir se querem continuar neste sistema em que se tira mais do que se recebe. Menos turbulento e mais equilibrado do que os anteriores, “Capitalismo: Uma história de amor”, é também fruto da mudança da vitória de Barack Obama. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Music inguém faz documentários como Michael Moore. Divertido, sarcástico, irónico e em parte corajoso. O alvo continua a ser a América, mais concretamente o sistema dominante - o capitalismo - que o realizador compara ao diabo. Depois da sátira negra contra a paixão pelas armas, em "Bowling for Columbine", a crítica à política de Bush em "Fahrenheit 9/11" e o mais recente Sicko, sobre o sistema de saúde norte-americano, Michael Moore vai mais longe ao tentar compreender a origem da crise financeira mundial. A pior depois do Crash de 1929. E qual o preço a pagar por esse amor ao capitalismo, que se transformou num enorme pesadelo. Em «Capitalismo: Uma História de Amor» segue a sua linha de provocação. Moore vai directo ao assunto. Conversa com famílias afundadas em hipotecas, questiona e panha congressistas desprevenidos, persegue executivos das grandes corporações em Wall Street e investiga a Goldman Sacks. Moore está do lado dos fracos e dos oprimidos. De megafone na mão reclama à porta das empresas o dinheiro roubado aos contribuintes e dá voz de prisão aos administradores da AIG, o primeiro gigante a falir no ano passado. O realizador defende um novo sistema económico e quem sabe, uma revolução, demonstrando que o poder está nas mãos do povo. E só eles é que podem decidir se querem continuar neste sistema em que se tira mais do que se recebe. Menos turbulento e mais equilibrado do que os anteriores, “Capitalismo: Uma história de amor”, é também fruto da mudança da vitória de Barack Obama. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. no 2009-11-18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-18 - CINE RUM.mp3 2009-11-30 14:00:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-18 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-11-18 - CINE RUM.mp3 Se a idade é um posto, aos 70 anos, Francis Ford Coppola pode então dar uma lição de como fazer bom cinema. Foi o que fez com Tetro. Na Argentina dos nossos dias, dois irmãos reencontram-se anos depois. O mais novo é Bennie, um rapaz de 17 anos, interpretado pelo jovem Alden Ehrenreich, e que nutre uma verdadeira admiração pelo irmão mais velho. Vincento Gallo é Treto. Um homem cosmopolita, que se divorciou de toda a família e se fixou em Buenos Aires, curiosamente a terra natal do pai que tanto odeia. Há ainda Miranda. A mulher que salvou Tetro do asilo. Uma figura sensual, e ao mesmo tempo, maternal que já vimos em filmes como “E a tua mãe também”. No filme, interpretada por Maribel Verdú. A história começa quando o aventureiro Bennie, o mais novo, decide visitar o irmão que vive em La Boca. O famoso bairro argentino que é povoado por lugares e pessoas exóticas, entre elas Carmen Maura, que dá corpo a uma crítica e escritora respeitada. Só que o Bennie vai encontrar é um homem amargo, que rejeitou o próprio nome e deixou de escrever. A razão será, revelada nos textos escritos por Tetro que o irmão mais novo descobre e conduzem as personagens ao passado. E curiosamente quando isso acontece, o filme que é quase todo a preto e branco, ganha cor. Lá atrás, no passado sombrio está o pai destes rapazes. Um maestro mudialmente conhecido que não apoiou o filho no sonho de ser escritor e ainda lhe roubou a mulher que amava. Simplesmente porque podia, numa família onde só podia existir um génio. Neste encontro com o passado, os dois irmãos vão ainda descobrir e revelar outros segredos. O cinema de Coppola, desta vez bem mais pessoal, demonstra um grande vigor artístico, assumindo-se como argumentista, produtor e realizador. Em Tetro tudo é poético e belo. Desde os planos estásticos à banda sonora esmagadora. E o preto e branco, para além de adensar o drama, fica-lhe tão bem. Quer seja em Buenos Aires ou no fim do mundo, na Patagónia. Espreite as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Music Se a idade é um posto, aos 70 anos, Francis Ford Coppola pode então dar uma lição de como fazer bom cinema. Foi o que fez com Tetro. Na Argentina dos nossos dias, dois irmãos reencontram-se anos depois. O mais novo é Bennie, um rapaz de 17 anos, interpretado pelo jovem Alden Ehrenreich, e que nutre uma verdadeira admiração pelo irmão mais velho. Vincento Gallo é Treto. Um homem cosmopolita, que se divorciou de toda a família e se fixou em Buenos Aires, curiosamente a terra natal do pai que tanto odeia. Há ainda Miranda. A mulher que salvou Tetro do asilo. Uma figura sensual, e ao mesmo tempo, maternal que já vimos em filmes como “E a tua mãe também”. No filme, interpretada por Maribel Verdú. A história começa quando o aventureiro Bennie, o mais novo, decide visitar o irmão que vive em La Boca. O famoso bairro argentino que é povoado por lugares e pessoas exóticas, entre elas Carmen Maura, que dá corpo a uma crítica e escritora respeitada. Só que o Bennie vai encontrar é um homem amargo, que rejeitou o próprio nome e deixou de escrever. A razão será, revelada nos textos escritos por Tetro que o irmão mais novo descobre e conduzem as personagens ao passado. E curiosamente quando isso acontece, o filme que é quase todo a preto e branco, ganha cor. Lá atrás, no passado sombrio está o pai destes rapazes. Um maestro mudialmente conhecido que não apoiou o filho no sonho de ser escritor e ainda lhe roubou a mulher que amava. Simplesmente porque podia, numa família onde só podia existir um génio. Neste encontro com o passado, os dois irmãos vão ainda descobrir e revelar outros segredos. O cinema de Coppola, desta vez bem mais pessoal, demonstra um grande vigor artístico, assumindo-se como argumentista, produtor e realizador. Em Tetro tudo é poético e belo. Desde os planos estásticos à banda sonora esmagadora. E o preto e branco, para além de adensar o drama, fica-lhe tão bem. Quer seja em Buenos Aires ou no fim do mundo, na Patagónia. Espreite as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. no 2009-09-23 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-23 - CINE RUM.mp3 2009-09-28 12:27:19 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-23 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-23 - CINE RUM.mp3 Aterra esta semana a Portugal, o filme que marca a estreia de uma jovem promessa do cinema de ficção científica. Ele é Neill Blomkamp, que ao lado de Peter Jackson, apresenta «Distrito 9». Joanesburgo. África do Sul. Anos 80. Mais de um milhão de extraterrestres refugiados chegam à Terra numa nave espacial. Estão à deriva. São criaturas inofensivas e mais do que isso, estão em extinção.Os maus desta vez são os humanos e as vítimas, os extraterrestres. Os não-humanos serão obrigados a conviver em condições desumanas e foram empurrados para o outro lado da cidade, o chamado distrito 9. Passados 20 anos, os extraterrestres continuam a viver no gueto. E a cidade continua dividida, com áreas interditas a humanos e não-humanos. A tensão entre os extraterrestres e os humanos chega a um ponto crítico, quando um operário da empresa que controla o campo de refugiados , Wikus van der Merwe, contrai um misterioso vírus. Da noite para o dia, passa a ser o homem mais procurado do mundo e também o mais valioso, já que é a chave para descobrir os segredos da tecnologia alienígena. E só há um lugar onde este homem se pode esconder - o Distrito 9. Um filme que marca pela diferença e que foca a questão racial, que o realizador sul-africano tão bem conhece. Esta semana pode ver pelo Cineclube de Joane pode ver um filme-concerto, desta vez de uma obra-prima do cinema de terror, Frankenstein, de James Whale e banda sonora dos vimaranenses Kung Fu Trunx. Falámos com o programador Vítor Ribeiro. Não perca ainda a conversa com Roberto Saviano sobre o filme Gomorra e espreite as sugestões do Cineclube de Guimarães. Bom cinema! Music Aterra esta semana a Portugal, o filme que marca a estreia de uma jovem promessa do cinema de ficção científica. Ele é Neill Blomkamp, que ao lado de Peter Jackson, apresenta «Distrito 9». Joanesburgo. África do Sul. Anos 80. Mais de um milhão de extraterrestres refugiados chegam à Terra numa nave espacial. Estão à deriva. São criaturas inofensivas e mais do que isso, estão em extinção.Os maus desta vez são os humanos e as vítimas, os extraterrestres. Os não-humanos serão obrigados a conviver em condições desumanas e foram empurrados para o outro lado da cidade, o chamado distrito 9. Passados 20 anos, os extraterrestres continuam a viver no gueto. E a cidade continua dividida, com áreas interditas a humanos e não-humanos. A tensão entre os extraterrestres e os humanos chega a um ponto crítico, quando um operário da empresa que controla o campo de refugiados , Wikus van der Merwe, contrai um misterioso vírus. Da noite para o dia, passa a ser o homem mais procurado do mundo e também o mais valioso, já que é a chave para descobrir os segredos da tecnologia alienígena. E só há um lugar onde este homem se pode esconder - o Distrito 9. Um filme que marca pela diferença e que foca a questão racial, que o realizador sul-africano tão bem conhece. Esta semana pode ver pelo Cineclube de Joane pode ver um filme-concerto, desta vez de uma obra-prima do cinema de terror, Frankenstein, de James Whale e banda sonora dos vimaranenses Kung Fu Trunx. Falámos com o programador Vítor Ribeiro. Não perca ainda a conversa com Roberto Saviano sobre o filme Gomorra e espreite as sugestões do Cineclube de Guimarães. Bom cinema! no 2009-09-16 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-16 - CINE RUM.mp3 2009-09-28 12:26:46 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-16 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-16 - CINE RUM.mp3 Esta semana assista a uma comédia leve sobre os bastidores de um dos mais famosos festivais de música do mundo. Foi há quarenta anos, a 15 de Agosto de 1969. «Taking Woostock» é o novo filme de Ang Lee que deixa de lado as tragédias , para se estrear agora nas comédias. No argumento está o seu companheiro de sempre, James Schamus. Num tom optimista, somos convidados a descobrir o outro lado do Woodstock, através da história verdadeira de um jovem, que estava longe de imaginar, que seria ele um dos protagonista de uma revolução. Uma revolução que mudou para sempre a cultura dos Estados Unidos e do mundo. Três dias de pura paz e de muita música, ao som de Janis Joplin e Jimi Hendrix. Sigamos então a história de Elliot Tiber, um designer de interiores, que mora na pacata cidade de Bethel onde gere o pequeno motel dos pais, que passa por dificuldades financeiras. Para salvar o negócio da família, consegue convencer os promotores do Woodstock, a deslocarem o festival para aquela localidade. Entre a chegada de meio milhão de pessoas, no meio de hippies, músicos, muita lama, travestis, trips de LSD, o nosso protagonista enfrenta ainda sua própria homossexualidade. «Taking Woodstock» que esteve na corrida à Palma de Ouro, no último Festival de Cannes, não nos leva até à primeira fila do woodstock, aliás só ouvimos os concertos bem lá ao longe. Dá-nos antes uma visão periférica, mas gigantesca deste festival. Mas apesar de ser um filme, que nos faz pensar e às vezes rir, sobre o que se passou nos bastidores, exigia-se mais quando se fala de um festival de alta-voltagem, como foi o woodstock. Ainda assim, esta é uma bela trip conduzida por Ang Lee. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães! Music Esta semana assista a uma comédia leve sobre os bastidores de um dos mais famosos festivais de música do mundo. Foi há quarenta anos, a 15 de Agosto de 1969. «Taking Woostock» é o novo filme de Ang Lee que deixa de lado as tragédias , para se estrear agora nas comédias. No argumento está o seu companheiro de sempre, James Schamus. Num tom optimista, somos convidados a descobrir o outro lado do Woodstock, através da história verdadeira de um jovem, que estava longe de imaginar, que seria ele um dos protagonista de uma revolução. Uma revolução que mudou para sempre a cultura dos Estados Unidos e do mundo. Três dias de pura paz e de muita música, ao som de Janis Joplin e Jimi Hendrix. Sigamos então a história de Elliot Tiber, um designer de interiores, que mora na pacata cidade de Bethel onde gere o pequeno motel dos pais, que passa por dificuldades financeiras. Para salvar o negócio da família, consegue convencer os promotores do Woodstock, a deslocarem o festival para aquela localidade. Entre a chegada de meio milhão de pessoas, no meio de hippies, músicos, muita lama, travestis, trips de LSD, o nosso protagonista enfrenta ainda sua própria homossexualidade. «Taking Woodstock» que esteve na corrida à Palma de Ouro, no último Festival de Cannes, não nos leva até à primeira fila do woodstock, aliás só ouvimos os concertos bem lá ao longe. Dá-nos antes uma visão periférica, mas gigantesca deste festival. Mas apesar de ser um filme, que nos faz pensar e às vezes rir, sobre o que se passou nos bastidores, exigia-se mais quando se fala de um festival de alta-voltagem, como foi o woodstock. Ainda assim, esta é uma bela trip conduzida por Ang Lee. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães! no 2009-09-09 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-09 - CINE RUM.mp3 2009-09-28 12:26:12 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-09 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-09 - CINE RUM.mp3 Esta semana mergulhamos no universo almodovariano em «Los Abrazos Rotos». É o 17.º filme do realizador espanhol que desta vez conta uma história de amor dilacerada por uma série de fatalidades e obsessões. No principal papel volta a estar Penélope Cruz. Já não se trata de um tributo às mulheres, ou uma pérola como «Tudo sobre a minha mãe» ou «Fala com Ela», «Abraços desfeitos» é antes uma história de amor ou de amores que acabam mal. A acção do filme, inspirada pelo "cinema negro" dos anos 50, decorre entre 1994 e 2008, e conta a história de Mateo, um realizador que fica cego num grave acidente de carro na ilha de Lanzarotte. Além de perder a visão, o principal instrumento de trabalho, perdeu também o amor da sua vida, Lena uma aspirante a actriz. Mateo morre nesse trágico dia para dar lugar a Harry Caine – o pseudónimo que usa quando se dedica à escrita, que dita a Diego, o secretário/guia e filho da sua grande amiga, Judit Garcia. Pelo meio há ainda Ernesto, um homem rico que vive apaixonado por Lena e a velha amiga, Judit, que sempre esteve apaixonada por Mateo que catorze anos depois quer terminar o filme que não acabou com Lena. Na apresentação do filme, Pedro Almodóvar, confessou que esta era uma "declaração de amor ao cinema". «Los abrazos rotos» não agradou à crítica espanhola, mas é assim a arte almodovariana. Umas vezes gostasse, outras não. Music Esta semana mergulhamos no universo almodovariano em «Los Abrazos Rotos». É o 17.º filme do realizador espanhol que desta vez conta uma história de amor dilacerada por uma série de fatalidades e obsessões. No principal papel volta a estar Penélope Cruz. Já não se trata de um tributo às mulheres, ou uma pérola como «Tudo sobre a minha mãe» ou «Fala com Ela», «Abraços desfeitos» é antes uma história de amor ou de amores que acabam mal. A acção do filme, inspirada pelo "cinema negro" dos anos 50, decorre entre 1994 e 2008, e conta a história de Mateo, um realizador que fica cego num grave acidente de carro na ilha de Lanzarotte. Além de perder a visão, o principal instrumento de trabalho, perdeu também o amor da sua vida, Lena uma aspirante a actriz. Mateo morre nesse trágico dia para dar lugar a Harry Caine – o pseudónimo que usa quando se dedica à escrita, que dita a Diego, o secretário/guia e filho da sua grande amiga, Judit Garcia. Pelo meio há ainda Ernesto, um homem rico que vive apaixonado por Lena e a velha amiga, Judit, que sempre esteve apaixonada por Mateo que catorze anos depois quer terminar o filme que não acabou com Lena. Na apresentação do filme, Pedro Almodóvar, confessou que esta era uma "declaração de amor ao cinema". «Los abrazos rotos» não agradou à crítica espanhola, mas é assim a arte almodovariana. Umas vezes gostasse, outras não. no 2009-09-02 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-02 - CINE RUM.mp3 2009-09-28 12:24:56 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-02 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-09-02 - CINE RUM.mp3 Dirigido pela realizadora Claire Denis, «35 Shots de Rum», é uma história sobre vidas simples e diversas formas de amor, uma delas entre pai e filha. O filme centra-se na relação de pai e filha. Ele é Lionel,um maquinista, um homem honesto, mas taciturno, que depois da morte prematura da mulher dedicou toda a sua vida a cuidar da filha,Josephine. Uma estudante universitária jovem, doce e delicada. A relação de harmonia que os une é assente no respeito e apesar de parecer que eles não precisam de ninguém, partilham o pequeno mundo com os vizinhos, que moram no mesmo prédio nos subúrbios de Paris. A ex-namorada de Lionel, uma taxista que vai e que vem, e ainda uma amiga da família. Juntos vivem como uma família. A última cena é uma das mais importantes, numa noite chuvosa, os protagonistas procuram abrigo num café, onde passam a noite a beber, os tais 35 shots, fumar e dançar ao som dos The Commodores. Com Alex Descas, Mati Diop e Grégoire Colin «35 Shots de RUM» é um filme de poucas palavras, e em que as emoções mais complexas são verbalizadas através dos olhares, sorrisos, dos corpos e do silêncios. Não perca a sugestão do cineclube de Joane para esta semana. Bom cinema! Music Dirigido pela realizadora Claire Denis, «35 Shots de Rum», é uma história sobre vidas simples e diversas formas de amor, uma delas entre pai e filha. O filme centra-se na relação de pai e filha. Ele é Lionel,um maquinista, um homem honesto, mas taciturno, que depois da morte prematura da mulher dedicou toda a sua vida a cuidar da filha,Josephine. Uma estudante universitária jovem, doce e delicada. A relação de harmonia que os une é assente no respeito e apesar de parecer que eles não precisam de ninguém, partilham o pequeno mundo com os vizinhos, que moram no mesmo prédio nos subúrbios de Paris. A ex-namorada de Lionel, uma taxista que vai e que vem, e ainda uma amiga da família. Juntos vivem como uma família. A última cena é uma das mais importantes, numa noite chuvosa, os protagonistas procuram abrigo num café, onde passam a noite a beber, os tais 35 shots, fumar e dançar ao som dos The Commodores. Com Alex Descas, Mati Diop e Grégoire Colin «35 Shots de RUM» é um filme de poucas palavras, e em que as emoções mais complexas são verbalizadas através dos olhares, sorrisos, dos corpos e do silêncios. Não perca a sugestão do cineclube de Joane para esta semana. Bom cinema! no 2009-08-26 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-26 - CINE RUM.mp3 2009-08-28 11:22:41 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-26 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-26 - CINE RUM.mp3 Apenas um realizador poderia ter tido uma ideia de fazer um filme de violência só que contra nazis. Ele é Quentin Tarantino que vai à guerra com «Sacanas sem Lei». Inspirado num filme italiano dos anos 70, «Sacanas sem Lei» é a promessa adiada do realizador que sempre quis levar esta história ao grande ecrã. Uma história de vingança passada em França, durante a Segunda Guerra Mundial. Shosanna Dreyfus, uma jovem judia que escapou por pouco às mãos dos nazis, depois de ter assistido ao massacre de toda a família nas mãos cruel coronel nazi. Foge para Paris onde dirige um cinema sob um nome falso, e onde vai receber a estreia de um famoso filme da propaganda alemã com a presença de Hitler. Como boa heroína de Tarantino, tem preparado um plano de vingança,no mínimo explosivo.Vingança é o que procura também um grupo de soldados judeus, dirigido pelo oficial norte-americano Aldo Raine, que no filme é Brad Pitt. A missão destes homens, apelidados de «bastardos», é simples: torturar e matar nazis, espalhando o terror entre os homens de Hitler. Um filme divertido sobre o prazer da vingança, que marca o regresso triunfal de Tarantino. Não perca mais uma sessão de Cinema em Noites de Verão, promovido pelo Cineclube de Guimarães, no Largo da Oliveira. Bom cinema! Music Apenas um realizador poderia ter tido uma ideia de fazer um filme de violência só que contra nazis. Ele é Quentin Tarantino que vai à guerra com «Sacanas sem Lei». Inspirado num filme italiano dos anos 70, «Sacanas sem Lei» é a promessa adiada do realizador que sempre quis levar esta história ao grande ecrã. Uma história de vingança passada em França, durante a Segunda Guerra Mundial. Shosanna Dreyfus, uma jovem judia que escapou por pouco às mãos dos nazis, depois de ter assistido ao massacre de toda a família nas mãos cruel coronel nazi. Foge para Paris onde dirige um cinema sob um nome falso, e onde vai receber a estreia de um famoso filme da propaganda alemã com a presença de Hitler. Como boa heroína de Tarantino, tem preparado um plano de vingança,no mínimo explosivo.Vingança é o que procura também um grupo de soldados judeus, dirigido pelo oficial norte-americano Aldo Raine, que no filme é Brad Pitt. A missão destes homens, apelidados de «bastardos», é simples: torturar e matar nazis, espalhando o terror entre os homens de Hitler. Um filme divertido sobre o prazer da vingança, que marca o regresso triunfal de Tarantino. Não perca mais uma sessão de Cinema em Noites de Verão, promovido pelo Cineclube de Guimarães, no Largo da Oliveira. Bom cinema! no 2009-08-19 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-19 - CINE RUM.mp3 2009-08-19 14:17:14 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-19 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-19 - CINE RUM.mp3 O cinema independente ganhou mais um nome de peso. Começou na argumentação onde, de resto venceu um Óscar com o «O Despertar da Mente» e aventura-se agora atrás das câmaras. Charlie Kaufman estreia-se com «Sinédoque, Nova Iorque» ao lado do brilhante Philip Seymour Hoffman. Um filme sobre a complexidade da existência humana. Caden Cotard, interpretado por Philip Seymour Hoffman é um director de teatro que, depois de passar por vários médicos descobre que tem uma doença de pele. Mas este homem de meia-idade consegue sobrevalorizar a doença e não demora a achar que vai morrer em breve. A mulher, uma talentosa pintora, está prestes a deixá-lo por outro homem e vai viver para a Alemanha, com a filha, sem dizer quando volta. No meio do seu drama pessoal em que nem o trabalho é estimulante, Caden recebe um prémio para construir uma nova peça. Torna-se cada vez mais obsessivo por esta obra, e a uma dada altura é actor e personagem da própria história, sendo consumido pela sua criação. Com passagem pelo Festival de Cannes, “Sinédoque, Nova Iorque” é um filme sobre a certeza e a dúvida. Sobre a vida. Mentiras e verdades. Uma incursão à mente humana em tons de comédia a que Charlie Kaufman já nos habituou em O Despertar da Mente. Um filme que já entrou para a categoria de clássicos do cinema. No Largo da Oliveira, em Guimarães decorrem as Noites de Cinema Verão. Bom cinema! Music O cinema independente ganhou mais um nome de peso. Começou na argumentação onde, de resto venceu um Óscar com o «O Despertar da Mente» e aventura-se agora atrás das câmaras. Charlie Kaufman estreia-se com «Sinédoque, Nova Iorque» ao lado do brilhante Philip Seymour Hoffman. Um filme sobre a complexidade da existência humana. Caden Cotard, interpretado por Philip Seymour Hoffman é um director de teatro que, depois de passar por vários médicos descobre que tem uma doença de pele. Mas este homem de meia-idade consegue sobrevalorizar a doença e não demora a achar que vai morrer em breve. A mulher, uma talentosa pintora, está prestes a deixá-lo por outro homem e vai viver para a Alemanha, com a filha, sem dizer quando volta. No meio do seu drama pessoal em que nem o trabalho é estimulante, Caden recebe um prémio para construir uma nova peça. Torna-se cada vez mais obsessivo por esta obra, e a uma dada altura é actor e personagem da própria história, sendo consumido pela sua criação. Com passagem pelo Festival de Cannes, “Sinédoque, Nova Iorque” é um filme sobre a certeza e a dúvida. Sobre a vida. Mentiras e verdades. Uma incursão à mente humana em tons de comédia a que Charlie Kaufman já nos habituou em O Despertar da Mente. Um filme que já entrou para a categoria de clássicos do cinema. No Largo da Oliveira, em Guimarães decorrem as Noites de Cinema Verão. Bom cinema! no 2009-08-12 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-12 - CINE RUM.mp3 2009-08-12 14:13:30 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-12 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-12 - CINE RUM.mp3 Esta semana, descobrimos a paixão e a sexualidade entre duas pessoas idosas, mas também o medo de amar quando se passa a barreira dos 60 anos. «Nunca é tarde demais para Amar» conta a história de Inge. Uma mulher de 65 anos, casada há mais de 30 anos, que passa o tempo a costurar no seu pequeno apartamento, a cantar no coro da igreja, partilhando os dias felizes, mas ainda assim, aborrecidos com um marido algo austero. Quando um dia entrega um par de calças a um homem de 76 anos, algo de improvável acontece. Começa tudo por um beijo. Juntos vão redescobrir o amor e a sexualidade na idade madura. O jovem realizador Andreas Dresen faz aquilo que Carlos Reygadas fez em “Batalha no Céu”. Mostra-nos cenas de sexo bastante explícitas entre duas pessoas pouco ou nada atractivas. E a nudez é tratada com naturalidade e abertura. O drama começa quando a filha mais velha de Inge não aceita o romance, e ela acaba por confessar a sua aventura amorosa ao marido. O resto do filme é dedicado a explorar as consequências práticas e emocionais desta inesperada crise. Estará esta mulher disposta a entregar-se à última oportunidade de ser feliz ou as consequências serão demasiado drásticas? Feito essencialmente de silêncios, mas carregado de uma emoção genuína, dada sobretudo pela actriz Úrsula Werner, “Nunca é tarde demais para amar”, foi vencedor do Prémio do Júri na secção Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2008. Music Esta semana, descobrimos a paixão e a sexualidade entre duas pessoas idosas, mas também o medo de amar quando se passa a barreira dos 60 anos. «Nunca é tarde demais para Amar» conta a história de Inge. Uma mulher de 65 anos, casada há mais de 30 anos, que passa o tempo a costurar no seu pequeno apartamento, a cantar no coro da igreja, partilhando os dias felizes, mas ainda assim, aborrecidos com um marido algo austero. Quando um dia entrega um par de calças a um homem de 76 anos, algo de improvável acontece. Começa tudo por um beijo. Juntos vão redescobrir o amor e a sexualidade na idade madura. O jovem realizador Andreas Dresen faz aquilo que Carlos Reygadas fez em “Batalha no Céu”. Mostra-nos cenas de sexo bastante explícitas entre duas pessoas pouco ou nada atractivas. E a nudez é tratada com naturalidade e abertura. O drama começa quando a filha mais velha de Inge não aceita o romance, e ela acaba por confessar a sua aventura amorosa ao marido. O resto do filme é dedicado a explorar as consequências práticas e emocionais desta inesperada crise. Estará esta mulher disposta a entregar-se à última oportunidade de ser feliz ou as consequências serão demasiado drásticas? Feito essencialmente de silêncios, mas carregado de uma emoção genuína, dada sobretudo pela actriz Úrsula Werner, “Nunca é tarde demais para amar”, foi vencedor do Prémio do Júri na secção Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2008. no 2009-08-05 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-05 - CINE RUM.mp3 2009-08-05 11:34:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-05 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-08-05 - CINE RUM.mp3 Depois da exuberância cómica em os «Piratas das Caraíbas» e de todas as personagens bizarras que interpretou para Tim Burton, Johny Deep está de volta ao grande ecrã, a provar que continua a ser um verdadeiro «camaleão». Desta vez, na pele de um famoso gangster americano, que se tornou no inimigo público número um da América. Baseada em factos reais e adaptado a partir do romance de Bryan Burrough, “Inimigos Públicos”, conta a história de John Dillinger, um famoso ladrão de bancos que marcou a história dos anos 30 dos Estados Unidos. Mas a história não se centra apenas nos assaltos e na arte da fuga, há também o romance entre Dillinger e Billie, uma bela mulher, que no filme é interpretada pela Oscarizada Marion Cotillard. Há ainda a polícia norte-americana, que não era nenhum modelo de virtude pelos métodos que usava e começa a apertar o cerco a Dillinger, levando a cabo uma verdadeira caça ao homem e ao crime organizado. Era o nascimento do FBI, que mais tarde se tornaria numa das maiores organizações de investigação do mundo. Mas Inimigos Públicos não é um filme de gangsters normal.Primeiro porque foi rodado em digital numa toada experimental, e depois porque o realizador procurou um novo género para contar esta história e os traumas da América. Bom cinema! Music Depois da exuberância cómica em os «Piratas das Caraíbas» e de todas as personagens bizarras que interpretou para Tim Burton, Johny Deep está de volta ao grande ecrã, a provar que continua a ser um verdadeiro «camaleão». Desta vez, na pele de um famoso gangster americano, que se tornou no inimigo público número um da América. Baseada em factos reais e adaptado a partir do romance de Bryan Burrough, “Inimigos Públicos”, conta a história de John Dillinger, um famoso ladrão de bancos que marcou a história dos anos 30 dos Estados Unidos. Mas a história não se centra apenas nos assaltos e na arte da fuga, há também o romance entre Dillinger e Billie, uma bela mulher, que no filme é interpretada pela Oscarizada Marion Cotillard. Há ainda a polícia norte-americana, que não era nenhum modelo de virtude pelos métodos que usava e começa a apertar o cerco a Dillinger, levando a cabo uma verdadeira caça ao homem e ao crime organizado. Era o nascimento do FBI, que mais tarde se tornaria numa das maiores organizações de investigação do mundo. Mas Inimigos Públicos não é um filme de gangsters normal.Primeiro porque foi rodado em digital numa toada experimental, e depois porque o realizador procurou um novo género para contar esta história e os traumas da América. Bom cinema! no 2009-07-29 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-29 - CINE RUM.mp3 2009-07-29 16:13:23 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-29 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-29 - CINE RUM.mp3 Jim Jarmush, o realizador de "Coffee and Cigarettes" e "Broken Flowers", regressa quatro anos depois com a história de um assassino profissional, prestes a concluir um crime. Um homem misterioso e solitário atravessa a Espanha, onde se vai cruzar com outras pessoas misteriosas. Os códigos parecem leva-lo para novas direcções, onde ele consegue mais códigos através de conversas de café, que mantém com estranhos carismáticos. O «americano», interpretado Bill Murray, a «loira de peruca» que é Tilda Swinton, o «Mexicano de barba» papel que cabe a Gael García Bernal e Paz de La Huerta nua e de óculos. O protagonista desta esta história é o actor da Costa do Marfim,Isaack De Bankolé, um homem que desconfia de todos e cuja missão se mantém secreta ao longo do filme. Não sabemos a razão, nem tão pouco qual é alvo deste acto ilicito. The Limits fo Control, que teve antestreia nacional no Curtas de Vila do Conde deste ano, é um filme peculiar sobre os limites do controlo, mesmo para um profissional do crime. Music Jim Jarmush, o realizador de "Coffee and Cigarettes" e "Broken Flowers", regressa quatro anos depois com a história de um assassino profissional, prestes a concluir um crime. Um homem misterioso e solitário atravessa a Espanha, onde se vai cruzar com outras pessoas misteriosas. Os códigos parecem leva-lo para novas direcções, onde ele consegue mais códigos através de conversas de café, que mantém com estranhos carismáticos. O «americano», interpretado Bill Murray, a «loira de peruca» que é Tilda Swinton, o «Mexicano de barba» papel que cabe a Gael García Bernal e Paz de La Huerta nua e de óculos. O protagonista desta esta história é o actor da Costa do Marfim,Isaack De Bankolé, um homem que desconfia de todos e cuja missão se mantém secreta ao longo do filme. Não sabemos a razão, nem tão pouco qual é alvo deste acto ilicito. The Limits fo Control, que teve antestreia nacional no Curtas de Vila do Conde deste ano, é um filme peculiar sobre os limites do controlo, mesmo para um profissional do crime. no 2009-07-22 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-22 - CINE RUM.mp3 2009-07-22 14:31:18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-22 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-22 - CINE RUM.mp3 A estreia desta semana leva-nos aos subúrbios de Paris. É lá que vamos acompanhar a história de um adolescente que vive com a mãe. «Ou morro ou fico melhor» é um de Laurence Ferreira Barbosa e funciona como um retrato da adolescência com todos os seus caminhos desviantes. Martial é um rapaz de 16 anos, que depois da separação dos pais se vê obrigado a mudar de cidade, passando a viver com a mãe num pequeno apartamento dos subúrbios. Mas o fascínio por estas duas irmãs, que aparecem quase sempre mudas, vai conduzi-lo a um mundo estranho. As gémeas são sedutoras e misteriosas e vão incluí-lo no seu jogo preferido: entrar em apartamentos burgueses, na ausência dos donos. «Ou morro ou fico melhor», é a quinta-longa metragem de Ferreira Barbosa e vem confirmar o talento desta realizadora cujo apelido herdou do avô paterno que era português. Na produção deste filme está Paulo Branco.A vida real, a adolescência, o divórcio, os subúrbios, a escola, tudo cabe neste drama perturbador. Pelo cineclube de Joane não perca esta semana as sessão ao ar livre do Cinema Paraíso. Bom cinema! Music A estreia desta semana leva-nos aos subúrbios de Paris. É lá que vamos acompanhar a história de um adolescente que vive com a mãe. «Ou morro ou fico melhor» é um de Laurence Ferreira Barbosa e funciona como um retrato da adolescência com todos os seus caminhos desviantes. Martial é um rapaz de 16 anos, que depois da separação dos pais se vê obrigado a mudar de cidade, passando a viver com a mãe num pequeno apartamento dos subúrbios. Mas o fascínio por estas duas irmãs, que aparecem quase sempre mudas, vai conduzi-lo a um mundo estranho. As gémeas são sedutoras e misteriosas e vão incluí-lo no seu jogo preferido: entrar em apartamentos burgueses, na ausência dos donos. «Ou morro ou fico melhor», é a quinta-longa metragem de Ferreira Barbosa e vem confirmar o talento desta realizadora cujo apelido herdou do avô paterno que era português. Na produção deste filme está Paulo Branco.A vida real, a adolescência, o divórcio, os subúrbios, a escola, tudo cabe neste drama perturbador. Pelo cineclube de Joane não perca esta semana as sessão ao ar livre do Cinema Paraíso. Bom cinema! no 2009-07-15 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-15 - CINE RUM.mp3 2009-07-16 11:48:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-15 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-15 - CINE RUM.mp3 Estreia esta semana mais um filme de época, desta vez dedicado a uma das mais conhecidas monarcas de Inglaterra. Produzido por Martin Scorcese, ”A Jovem Vitória” é o retrato romântico dos primeiros anos de reinado. Logo, a visão da rainha sempre vestida de preto, com ar austero, dá lugar a uma jovem mulher que se torna rainha aos 18 anos e se apaixona pelo príncipe Albert. Realizado por Jean-Marc Vallée e protagonizado pela talentosa Emily Blunt, que exigiu o papel, este é um épico discreto sobre a história de uma mulher que tornou Inglaterra na maior potência do mundo. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Estreia esta semana mais um filme de época, desta vez dedicado a uma das mais conhecidas monarcas de Inglaterra. Produzido por Martin Scorcese, ”A Jovem Vitória” é o retrato romântico dos primeiros anos de reinado. Logo, a visão da rainha sempre vestida de preto, com ar austero, dá lugar a uma jovem mulher que se torna rainha aos 18 anos e se apaixona pelo príncipe Albert. Realizado por Jean-Marc Vallée e protagonizado pela talentosa Emily Blunt, que exigiu o papel, este é um épico discreto sobre a história de uma mulher que tornou Inglaterra na maior potência do mundo. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-07-08 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-08 - CINE RUM.mp3 2009-07-08 17:07:37 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-08 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-08 - CINE RUM.mp3 Irreverente, provocante, bombástico, controverso. Estreia esta quinta-feira “Brüno” - Uma deliciosa viagem através da América com o propósito de fazer com que os machos heterossexuais se sintam desconfortáveis na presença de um gay estrangeiro, vestindo uma camisola justa. No principal papel está o inconfundível Sacha Baron Cohen. Bruno é um repórter de moda. É gay e decide invadir os Estados Unidos, para concretizar um sonho: ser o austríaco mais famoso depois de Hitler. Daí podermos dizer que este filme, realizado por Dan Mazer, não difere muito do anterior. Como seria de esperar Bruno envolve-se nas situações menos aconselháveis, como tentar seduzir o congressista Ron Paul, dizer a um evangelista que cura gays ou pavonear-se numa área de Jerusalém ultra ortodoxa, exibindo uns calções inspirados numa facção extremista. Apesar de algumas dúvidas, Sacha Baron Cohen continua a apanhar os americanos com a sua ingenuidade charmosa e o seu sentido do humor acutilante. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Irreverente, provocante, bombástico, controverso. Estreia esta quinta-feira “Brüno” - Uma deliciosa viagem através da América com o propósito de fazer com que os machos heterossexuais se sintam desconfortáveis na presença de um gay estrangeiro, vestindo uma camisola justa. No principal papel está o inconfundível Sacha Baron Cohen. Bruno é um repórter de moda. É gay e decide invadir os Estados Unidos, para concretizar um sonho: ser o austríaco mais famoso depois de Hitler. Daí podermos dizer que este filme, realizado por Dan Mazer, não difere muito do anterior. Como seria de esperar Bruno envolve-se nas situações menos aconselháveis, como tentar seduzir o congressista Ron Paul, dizer a um evangelista que cura gays ou pavonear-se numa área de Jerusalém ultra ortodoxa, exibindo uns calções inspirados numa facção extremista. Apesar de algumas dúvidas, Sacha Baron Cohen continua a apanhar os americanos com a sua ingenuidade charmosa e o seu sentido do humor acutilante. Não perca as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-07-01 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-01 - CINE RUM.mp3 2009-07-02 10:50:29 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-01 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-07-01 - CINE RUM.mp3 Esta semana destacamos um road movie no sentido inverso.Chama-se «Home», em português Lar Doce Lar e conta a história de uma família que vive junto a uma auto-estrada abandonada, numa espécie de paraíso perdido. Só que um dia a auto-estrada volta abrir ao trânsito. Num primeiro momento a estrada é motivo de excitação para o pai, um mundo novo a ser explorado para o filho mais novo, uma forma de sair dali para a filha mais velha, uma fonte de paranóia para a filha do meio, e um medo constante para a mãe que se recusa a abandonar a casa. A pouco e pouco a auto-estrada vai roubar-lhes aquele pedaço de céu e na auto-estrada serão projectados os sonhos e inseguranças de cada personagem. A realizadora suiça, Úrsula Meier, que se estreia com esta longa-metragem, sugere-nos uma viagem interior, funcionando como uma visão crítica e sarcástica à sociedade de hoje. Music Esta semana destacamos um road movie no sentido inverso.Chama-se «Home», em português Lar Doce Lar e conta a história de uma família que vive junto a uma auto-estrada abandonada, numa espécie de paraíso perdido. Só que um dia a auto-estrada volta abrir ao trânsito. Num primeiro momento a estrada é motivo de excitação para o pai, um mundo novo a ser explorado para o filho mais novo, uma forma de sair dali para a filha mais velha, uma fonte de paranóia para a filha do meio, e um medo constante para a mãe que se recusa a abandonar a casa. A pouco e pouco a auto-estrada vai roubar-lhes aquele pedaço de céu e na auto-estrada serão projectados os sonhos e inseguranças de cada personagem. A realizadora suiça, Úrsula Meier, que se estreia com esta longa-metragem, sugere-nos uma viagem interior, funcionando como uma visão crítica e sarcástica à sociedade de hoje. no 2009-06-24 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-24 - CINE RUM.mp3 2009-07-02 10:48:48 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-24 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-24 - CINE RUM.mp3 Esta semana no grande ecrã, a história de uma mulher que, apesar de todas as dificuldades, se converteu num símbolo intemporal de êxito, liberdade e estilo. «Coco Avant Chanel» é adaptação livre da obra "A Era Chanel", do escritor Edmonde Charles-Roux. Um romance biográfico editado há mais de 30 anos, que conta a história de Gabrielle, mas que todos conhecemos como Coco Chanel. O biopic assinado pela realizadora Anne Fontaine, retrata a juventude de uma das mulheres mais interessantes e influentes do século XX. Audrey Tautou, a eterna Amélie Poulain, é quem dá corpo a Gabrielle "Coco" Chanel, uma jovem mulher com um trajecto singular. Numa época dominado pelos homens, esta mulher obstinada, algo fria, e sempre presa ao seu cigarro, conseguiu fazer frente a uma sociedade conformista e opressiva. Não perca as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães Bom cinema! Music Esta semana no grande ecrã, a história de uma mulher que, apesar de todas as dificuldades, se converteu num símbolo intemporal de êxito, liberdade e estilo. «Coco Avant Chanel» é adaptação livre da obra "A Era Chanel", do escritor Edmonde Charles-Roux. Um romance biográfico editado há mais de 30 anos, que conta a história de Gabrielle, mas que todos conhecemos como Coco Chanel. O biopic assinado pela realizadora Anne Fontaine, retrata a juventude de uma das mulheres mais interessantes e influentes do século XX. Audrey Tautou, a eterna Amélie Poulain, é quem dá corpo a Gabrielle "Coco" Chanel, uma jovem mulher com um trajecto singular. Numa época dominado pelos homens, esta mulher obstinada, algo fria, e sempre presa ao seu cigarro, conseguiu fazer frente a uma sociedade conformista e opressiva. Não perca as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães Bom cinema! no 2009-06-17 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-17 - CINE RUM.mp3 2009-06-19 12:45:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-17 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-17 - CINE RUM.mp3 Do realizador do “Último Rei da Escócia”, Kevin Macdonald, estreia esta semana “Ligações Perigosas”. Uma adaptação de uma mini-série da BBC, transportada agora para os Estados Unidos e que não passa de mais uma produção hollywoodesca. À volta de intrigas e jogos de poder em Washington, um jornalista da velha guarda, interpretado por Russel Crowe, junta-se a uma jovem blogger (Rachel McAdams) para desmascarar uma conspiração política em torno de um esquema na área da defesa. o Cineclube de Guimarães, vai exibir alguns dos filmes premiados do Festival Black and White deste ano. Uma mostra assinada pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto e única no mundo pela produção artística a preto e branco que promove. Em destaque vai estar a curta que venceu o prémio principal desta sexta edição «Corrente» de Rodrigo Areias. Não perca ainda a sugestão do Cineclube de Joane. Bom cinema! Music Do realizador do “Último Rei da Escócia”, Kevin Macdonald, estreia esta semana “Ligações Perigosas”. Uma adaptação de uma mini-série da BBC, transportada agora para os Estados Unidos e que não passa de mais uma produção hollywoodesca. À volta de intrigas e jogos de poder em Washington, um jornalista da velha guarda, interpretado por Russel Crowe, junta-se a uma jovem blogger (Rachel McAdams) para desmascarar uma conspiração política em torno de um esquema na área da defesa. o Cineclube de Guimarães, vai exibir alguns dos filmes premiados do Festival Black and White deste ano. Uma mostra assinada pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto e única no mundo pela produção artística a preto e branco que promove. Em destaque vai estar a curta que venceu o prémio principal desta sexta edição «Corrente» de Rodrigo Areias. Não perca ainda a sugestão do Cineclube de Joane. Bom cinema! no 2009-06-10 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-10 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:17:49 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-10 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-10 - CINE RUM.mp3 Do argumentista de E a Tua Mãe Também, Carlos Cuarón, estreia esta semana uma divertida comédia sobre os meandros do futebol e da fama. Rudo y Cursi junta de novo no grande ecrã Gael García Bernal e Diego Luna. Eles são Tato e Beto, dois irmãos que trabalham numa plantação de bananas, no México. De um dia para o outro, são catapultados para o mundo da alta competição. Este é um filme que ultrapassa o universo do futebol, que bem podia acontecer em Portugal e que é marcado pelo realismo do cinema mexicano. Uma história emotiva sobre dois irmãos que vão ter de pagar o preço da fama. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Do argumentista de E a Tua Mãe Também, Carlos Cuarón, estreia esta semana uma divertida comédia sobre os meandros do futebol e da fama. Rudo y Cursi junta de novo no grande ecrã Gael García Bernal e Diego Luna. Eles são Tato e Beto, dois irmãos que trabalham numa plantação de bananas, no México. De um dia para o outro, são catapultados para o mundo da alta competição. Este é um filme que ultrapassa o universo do futebol, que bem podia acontecer em Portugal e que é marcado pelo realismo do cinema mexicano. Uma história emotiva sobre dois irmãos que vão ter de pagar o preço da fama. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-06-03 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-03 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:17:09 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-03 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-06-03 - CINE RUM.mp3 Assinado pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand, «Home», transporta uma mensagem universal e cada vez mais urgente: é preciso proteger o ambiente. O filme conta com cerca de 120 imagens, todas aéreas, de mais de 50 países, recolhidas em mais de 200 dias, durante 18 meses. Do Kénia, à Mauritânia, passando pelo Brasil ao Árctico, esta é um verdadeira volta ao mundo, feita com imagens inéditas e poderosas. A beleza do planeta em contraste com a destruição. O filme é suportado apenas por imagens, música e voz, mas a mensagem não é política, é antes uma espécie de hino em defesa do ambiente.Bom cinema. Music Assinado pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand, «Home», transporta uma mensagem universal e cada vez mais urgente: é preciso proteger o ambiente. O filme conta com cerca de 120 imagens, todas aéreas, de mais de 50 países, recolhidas em mais de 200 dias, durante 18 meses. Do Kénia, à Mauritânia, passando pelo Brasil ao Árctico, esta é um verdadeira volta ao mundo, feita com imagens inéditas e poderosas. A beleza do planeta em contraste com a destruição. O filme é suportado apenas por imagens, música e voz, mas a mensagem não é política, é antes uma espécie de hino em defesa do ambiente.Bom cinema. no 2009-05-27 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-27 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:16:33 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-27 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-27 - CINE RUM.mp3 Os filmes de vampiros não são todos iguais. A provar isso mesmo, estreia esta semana «Deixa-me entrar». Uma história cativante que nos chega das terras gélidas da Suécia e, que mistura terror e romance. Esta é a história de Oskar,um rapaz de 12 anos que sofre de maus tratos pelos colegas da escola. Nunca ousou enfrentá-los, mas sonha em vingança No entanto, quando uma miúda da sua idade se muda para a casa ao lado, Oskar vai apaixonar-se. O aparecimento desta rapariga coincide com uma série de mortes e desaparecimentos misteriosos. É então que Oskar descobre que Eli é vampira, mas a amizade que sente por ela é mais forte que o medo. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Os filmes de vampiros não são todos iguais. A provar isso mesmo, estreia esta semana «Deixa-me entrar». Uma história cativante que nos chega das terras gélidas da Suécia e, que mistura terror e romance. Esta é a história de Oskar,um rapaz de 12 anos que sofre de maus tratos pelos colegas da escola. Nunca ousou enfrentá-los, mas sonha em vingança No entanto, quando uma miúda da sua idade se muda para a casa ao lado, Oskar vai apaixonar-se. O aparecimento desta rapariga coincide com uma série de mortes e desaparecimentos misteriosos. É então que Oskar descobre que Eli é vampira, mas a amizade que sente por ela é mais forte que o medo. Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-05-20 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-20 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:15:50 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-20 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-20 - CINE RUM.mp3 Do mesmo realizador de Reis e Rainha estreia esta semana «Um conto de Natal». Uma história que junta à mesa uma família tipicamente francesa com os seus mistérios e tensões. A matriarca, interpretada por Catherine Deneuve, que por este papel recebeu o Prêmio Especial do júri no Festival de Cannes do ano passado, sofre de um tipo raro de cancro. Para viver depende de um transplante.Mas as hipóteteses não são nada animadoras. Arnaud Desplechin mostra-nos a vida tal como ela é. Não perca ainda a conversa com João Salaviza, um dos portugueses que compete na Secção Oficial do Festival de Cannes, com a curta-metragem «Arena». A história de Mauro, um rapaz dos subúrbios de Lisboa que vive em prisão domiciliária. Há ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Do mesmo realizador de Reis e Rainha estreia esta semana «Um conto de Natal». Uma história que junta à mesa uma família tipicamente francesa com os seus mistérios e tensões. A matriarca, interpretada por Catherine Deneuve, que por este papel recebeu o Prêmio Especial do júri no Festival de Cannes do ano passado, sofre de um tipo raro de cancro. Para viver depende de um transplante.Mas as hipóteteses não são nada animadoras. Arnaud Desplechin mostra-nos a vida tal como ela é. Não perca ainda a conversa com João Salaviza, um dos portugueses que compete na Secção Oficial do Festival de Cannes, com a curta-metragem «Arena». A história de Mauro, um rapaz dos subúrbios de Lisboa que vive em prisão domiciliária. Há ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-05-13 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-13 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:15:01 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-13 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-13 - CINE RUM.mp3 Não há vitória na vingança e na violência. É este ponto de partida da estreia desta semana. «Shotgun Stories- Histórias de Caçadeira» é um filme de baixo orçamento, realizado pelo estreante Jeff Nichols. A história do conflito entre dois grupos de meio-irmãos, que vivem no sudoeste do Arkansas. O filme que passou pelos Festivais de Berlim e Tribeca e arrecadou prémios nos Festivais Seatle, Newport e Austin, é uma história carregada de simplicidade, sobre pessoas normais que lidam com a dor e o desgosto. O Cineclube de Joane exibe uma extensão do Indie Lisboa 2009 e o Cineclube de Guimarães escolheu o novo filme de Woody Allen. Netsa edição olhamos ainda a 62.ª edição do Festival de Cannes, que decorre de 13 a 24 de Maio, e no qual competem autores como Quentin Tarantino, Pedro Almodóvar, Fracis Ford Coppola, entre outros autores de renome.Bom cinema. Music Não há vitória na vingança e na violência. É este ponto de partida da estreia desta semana. «Shotgun Stories- Histórias de Caçadeira» é um filme de baixo orçamento, realizado pelo estreante Jeff Nichols. A história do conflito entre dois grupos de meio-irmãos, que vivem no sudoeste do Arkansas. O filme que passou pelos Festivais de Berlim e Tribeca e arrecadou prémios nos Festivais Seatle, Newport e Austin, é uma história carregada de simplicidade, sobre pessoas normais que lidam com a dor e o desgosto. O Cineclube de Joane exibe uma extensão do Indie Lisboa 2009 e o Cineclube de Guimarães escolheu o novo filme de Woody Allen. Netsa edição olhamos ainda a 62.ª edição do Festival de Cannes, que decorre de 13 a 24 de Maio, e no qual competem autores como Quentin Tarantino, Pedro Almodóvar, Fracis Ford Coppola, entre outros autores de renome.Bom cinema. no 2009-05-06 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-06 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:14:21 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-06 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-05-06 - CINE RUM.mp3 Esta semana entramos numa dimensão intergaláctica, a bordo da nave mas sofisticada do mundo e rumo ao futuro. A história que fascina milhões de pessoas desde os anos 60 está de volta. «Star Trek» de J.J Abrams é a estreia desta semana. Depois de seis séries televisivas, dez filmes, centenas de livros e até um parque temático em Las Vegas, o universo Star Trek parece ter ganho um novo fôlego. A mítica tripulação de Star Trek, na qual se inclui o famoso Mr. Spok de orelhas pontiagudas, surge agora mais jovem, numa viagem na futurista nave espacial Entreprise. Apanhando boleia do cinema de ficção científica decorre até dia 10, na Casa das Artes de Famalicão, "On the Trek" - A 1ª. Mostra Internacional de Cinema de Ficção Científica. Para além de filmes históricos, do programa fazem ainda parte workshops e uma homenagem a um grande vulto da literatura J.G Ballard, escritor de Império do Sol ou Crash. Olhamos ainda uma outra mostra de cinema. Encontros de Viana decorrem até dia 10 de Maio. Bom cinema! Music Esta semana entramos numa dimensão intergaláctica, a bordo da nave mas sofisticada do mundo e rumo ao futuro. A história que fascina milhões de pessoas desde os anos 60 está de volta. «Star Trek» de J.J Abrams é a estreia desta semana. Depois de seis séries televisivas, dez filmes, centenas de livros e até um parque temático em Las Vegas, o universo Star Trek parece ter ganho um novo fôlego. A mítica tripulação de Star Trek, na qual se inclui o famoso Mr. Spok de orelhas pontiagudas, surge agora mais jovem, numa viagem na futurista nave espacial Entreprise. Apanhando boleia do cinema de ficção científica decorre até dia 10, na Casa das Artes de Famalicão, "On the Trek" - A 1ª. Mostra Internacional de Cinema de Ficção Científica. Para além de filmes históricos, do programa fazem ainda parte workshops e uma homenagem a um grande vulto da literatura J.G Ballard, escritor de Império do Sol ou Crash. Olhamos ainda uma outra mostra de cinema. Encontros de Viana decorrem até dia 10 de Maio. Bom cinema! no 2009-04-29 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-29 - CINE RUM.mp3 2009-06-15 12:13:21 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-29 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-29 - CINE RUM.mp3 Aos 100 anos Manoel de Oliveira não se cansa de procurar novas aventuras dentro do cinema. A última é inspirada num conto de Eça de Queirós e dá-se pelo nome de “Singularidades de uma Rapariga loira”. É a história de Macário, um jovem contabilista que se perdeu de amores por uma rapariga loira. Mal a conhece quer logo casar com ela, mesmo contra a vontade do tio, que o expulsa de casa. Catarina Wallenstein é quem dá corpo a esta bela mulher, que esconde singularidades. Para ver ainda no Cineclube de Joane «Hunger», de Steve McQueen. Bom cinema! Music Aos 100 anos Manoel de Oliveira não se cansa de procurar novas aventuras dentro do cinema. A última é inspirada num conto de Eça de Queirós e dá-se pelo nome de “Singularidades de uma Rapariga loira”. É a história de Macário, um jovem contabilista que se perdeu de amores por uma rapariga loira. Mal a conhece quer logo casar com ela, mesmo contra a vontade do tio, que o expulsa de casa. Catarina Wallenstein é quem dá corpo a esta bela mulher, que esconde singularidades. Para ver ainda no Cineclube de Joane «Hunger», de Steve McQueen. Bom cinema! no 2009-04-22 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-22 - CINE RUM.mp3 2009-04-22 13:53:06 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-22 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-22 - CINE RUM.mp3 Violento, obsessivo e proibido. É assim “Um Amor de Perdição”. O famoso romance de Camilo castelo Barroso está de volta ao grande ecrã mais destruidor que nunca. Mário Branco, é quem comanda esta adaptação livre, com um toque de modernidade. Uma espécie de Romeu e Julieta, mas sem a Julieta, com diz o realizador. É a história de Simão Botelho e a sua paixão por Teresa Albuquerque. Ambos filhos de famílias rivais. Mas mais do que um amor proibido entre dois adolescentes, esta é uma história sobre violência e rivalidades. Nesta edição falamos ainda com Nuno Sena, da organização do Indie Lisboa 2009 que arranca esta semana e espreitamos as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Violento, obsessivo e proibido. É assim “Um Amor de Perdição”. O famoso romance de Camilo castelo Barroso está de volta ao grande ecrã mais destruidor que nunca. Mário Branco, é quem comanda esta adaptação livre, com um toque de modernidade. Uma espécie de Romeu e Julieta, mas sem a Julieta, com diz o realizador. É a história de Simão Botelho e a sua paixão por Teresa Albuquerque. Ambos filhos de famílias rivais. Mas mais do que um amor proibido entre dois adolescentes, esta é uma história sobre violência e rivalidades. Nesta edição falamos ainda com Nuno Sena, da organização do Indie Lisboa 2009 que arranca esta semana e espreitamos as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-04-15 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-15 - CINE RUM.mp3 2009-04-15 13:07:05 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-15 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-15 - CINE RUM.mp3 Foi um dos filmes com assinatura brasileira a passar no Festival de Cannes do ano passado, onde arrecadou o prémio para melhor actriz e ainda o vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Chama-se «Linha de Passe» e conta a história de uma família simples da periferia de São Paulo, no Brasil. Quatro irmãos, que vivem com a mãe, e que partilham o facto de terem sido abandonados pelo pai. Os rapazes tentam levar a vida longe do mundo do crime. No entanto, o tema central do filme é a grande paixão dos brasileiros: o futebol! Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom Cinema! Music Foi um dos filmes com assinatura brasileira a passar no Festival de Cannes do ano passado, onde arrecadou o prémio para melhor actriz e ainda o vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Chama-se «Linha de Passe» e conta a história de uma família simples da periferia de São Paulo, no Brasil. Quatro irmãos, que vivem com a mãe, e que partilham o facto de terem sido abandonados pelo pai. Os rapazes tentam levar a vida longe do mundo do crime. No entanto, o tema central do filme é a grande paixão dos brasileiros: o futebol! Não perca ainda as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom Cinema! no 2009-04-08 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-08 - CINE RUM.mp3 2009-04-13 16:48:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-08 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-08 - CINE RUM.mp3 Esta semana, somos convidados a entrar no mundo do cabaret pelas mãos de Abel Ferrara. “Go Go Tales – Histórias de Cabaret" é um olhar sobre os bastidores de um clube de striptease em decadência, que conta com William Dafoe e Asia Argento nos principais papéis. Um filme que se divide entre a comédia e o drama e que vive de personagens-tipo que não chegamos a conhecer totalmente. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Esta semana, somos convidados a entrar no mundo do cabaret pelas mãos de Abel Ferrara. “Go Go Tales – Histórias de Cabaret" é um olhar sobre os bastidores de um clube de striptease em decadência, que conta com William Dafoe e Asia Argento nos principais papéis. Um filme que se divide entre a comédia e o drama e que vive de personagens-tipo que não chegamos a conhecer totalmente. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-04-01 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-01 - CINE RUM.mp3 2009-04-13 16:44:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-01 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-04-01 - CINE RUM.mp3 Do auge da revolução cubana, saltamos esta semana para a segunda parte do filme que Steven Soderbergh ousou dedicar a Che Guevara. A Guerrilha retrata os 341 dias passados na selva Boliviana e que acabam na morte do herói revolucionário. É um filme sobre a morte de um ícone, mas sobretudo sobre a crise do guerrilheiro, do homem, da ideologia e da revolução. Che - A Guerrilha é um retrato isento e inteligente desse imenso mito que dá pelo nome de Che Guevara. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Do auge da revolução cubana, saltamos esta semana para a segunda parte do filme que Steven Soderbergh ousou dedicar a Che Guevara. A Guerrilha retrata os 341 dias passados na selva Boliviana e que acabam na morte do herói revolucionário. É um filme sobre a morte de um ícone, mas sobretudo sobre a crise do guerrilheiro, do homem, da ideologia e da revolução. Che - A Guerrilha é um retrato isento e inteligente desse imenso mito que dá pelo nome de Che Guevara. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-03-25 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-25 - CINE RUM.mp3 2009-03-25 13:21:30 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-25 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-25 - CINE RUM.mp3 Estreia esta semana um indie peculiar sobre história de um viciado em sexo. Choke-Asfixia é uma comédia dramática polvilhada de sarcasmo, que funciona como um ensaio sobre as dependências, e é assinada por Clark Gregg. Baseado no romance de Chuck Palahniuk, o mesmo autor de Clube de Combate, esta é a história de Victor Mancini um viciado em sexo que ganha os dias a trabalhar como figurante numa cidade de reconstituição histórica. À noite, e para pagar o hospital psiquiátrico onde a mãe está internada, tem por hábito ir a restaurantes de luxo e engasgar-se com comida até ao ponto de asfixia, deixando-se salvar por clientes ricos, de quem fica amigo e consegue sacar dinheiro. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães para esta semana. Bom cinema! Music Estreia esta semana um indie peculiar sobre história de um viciado em sexo. Choke-Asfixia é uma comédia dramática polvilhada de sarcasmo, que funciona como um ensaio sobre as dependências, e é assinada por Clark Gregg. Baseado no romance de Chuck Palahniuk, o mesmo autor de Clube de Combate, esta é a história de Victor Mancini um viciado em sexo que ganha os dias a trabalhar como figurante numa cidade de reconstituição histórica. À noite, e para pagar o hospital psiquiátrico onde a mãe está internada, tem por hábito ir a restaurantes de luxo e engasgar-se com comida até ao ponto de asfixia, deixando-se salvar por clientes ricos, de quem fica amigo e consegue sacar dinheiro. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães para esta semana. Bom cinema! no 2009-03-18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-18 - CINE RUM.mp3 2009-03-20 17:12:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-18 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-18 - CINE RUM.mp3 A revolução chega esta semana às salas de cinema portuguesas. Desta vez pela mão de Steven Soderbergh. Che – O Argentino é a talvez o retrato mais completo do carismático guerrilheiro da Revolução Cubana – Ernesto Guevara! O filme retrata os primeiros anos da revolução Cubana, pontuados por acontecimentos importantes. Que vão desde a chegada dos rebeldes a Cuba por mar em 1956, aos três anos de combate na Sierra Maestra, até a vitória em Santa Clara, em 1959. Che foi interpretado por Benicio Del Toro, que venceu com este papel o prémio de mlehor actor no Festival de Cannes de 2008. Uma visão romântica e quase documental do mito revolucionário. Não perca ainda a sugestão do Cineclube de Guimarães. Bom cinema! Music A revolução chega esta semana às salas de cinema portuguesas. Desta vez pela mão de Steven Soderbergh. Che – O Argentino é a talvez o retrato mais completo do carismático guerrilheiro da Revolução Cubana – Ernesto Guevara! O filme retrata os primeiros anos da revolução Cubana, pontuados por acontecimentos importantes. Que vão desde a chegada dos rebeldes a Cuba por mar em 1956, aos três anos de combate na Sierra Maestra, até a vitória em Santa Clara, em 1959. Che foi interpretado por Benicio Del Toro, que venceu com este papel o prémio de mlehor actor no Festival de Cannes de 2008. Uma visão romântica e quase documental do mito revolucionário. Não perca ainda a sugestão do Cineclube de Guimarães. Bom cinema! no 2009-03-11 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-11 - CINE RUM.mp3 2009-03-11 13:42:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-11 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-11 - CINE RUM.mp3 Os fantasmas do Holocausto têm-se tornado num tema recorrente no cinema. Desta vez foi Paul Schrader, o argumentista de Táxi Driver e Touro Enraivecido, a construir um drama poderoso sobre um sobrevivente do holocausto que vive assombrado por essas memórias. Chama-se Adam Resurrected e conta a história de Adam Stein, um homem que foi cão, que encontrou um cão, que tinha sido um rapaz. Um drama complexo e enigmático que fechou a edição deste ano do Fantasporto. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães! Bom cinema! Music Os fantasmas do Holocausto têm-se tornado num tema recorrente no cinema. Desta vez foi Paul Schrader, o argumentista de Táxi Driver e Touro Enraivecido, a construir um drama poderoso sobre um sobrevivente do holocausto que vive assombrado por essas memórias. Chama-se Adam Resurrected e conta a história de Adam Stein, um homem que foi cão, que encontrou um cão, que tinha sido um rapaz. Um drama complexo e enigmático que fechou a edição deste ano do Fantasporto. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães! Bom cinema! no 2009-03-04 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-04 - CINE RUM.mp3 2009-03-11 13:47:23 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-04 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-03-04 - CINE RUM.mp3 Vencedor do Prémio do Júri no Fantasporto deste ano, estreia esta semana «Palermo Shooting». Um filme sobre a vida e a morte marca o regresso de Wim Wenders, que passou recentemente por Portugal. É a história de um um fotógrafo enquanto metáfora de uma vida. Construído através de imagens e sons, Palermo Shooting é também uma espécie de homenagem a dois realizadores importantes na vida deste realizador alemão. Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni, que faleceram no mesmo dia, a 30 de Julho de 2007. Pela Casa das Artes de Famalicão a semana é inteiramente dedicada aos presidentes dos Estados Unidos. O Cineclube de Joane exibe assim o Ciclo Presidentes, Guerras e Conspirações. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Guimarães. Music Vencedor do Prémio do Júri no Fantasporto deste ano, estreia esta semana «Palermo Shooting». Um filme sobre a vida e a morte marca o regresso de Wim Wenders, que passou recentemente por Portugal. É a história de um um fotógrafo enquanto metáfora de uma vida. Construído através de imagens e sons, Palermo Shooting é também uma espécie de homenagem a dois realizadores importantes na vida deste realizador alemão. Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni, que faleceram no mesmo dia, a 30 de Julho de 2007. Pela Casa das Artes de Famalicão a semana é inteiramente dedicada aos presidentes dos Estados Unidos. O Cineclube de Joane exibe assim o Ciclo Presidentes, Guerras e Conspirações. Espreite ainda as sugestões do Cineclube de Guimarães. no 2009-02-25 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-25-CINE RUM.mp3 2009-02-25 14:02:52 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-25-CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-25-CINE RUM.mp3 Falhou por muito pouco o óscar de melhor actor. Mickey Rourke renasceu das cinzas e regressa quinze anos depois num papel à sua medida em quase todos os sentidos. Chama-se The Wrestler o novo trabalho de Darren Aranofsky, que conta a história de uma estrela do Wrestling em decadência. Em registo quase autobiográfico.esta é também a história de Mickey Rourke. Espreite ainda a sugestão do Cineclube de Joane para esta semana. Bom cinema! Music Falhou por muito pouco o óscar de melhor actor. Mickey Rourke renasceu das cinzas e regressa quinze anos depois num papel à sua medida em quase todos os sentidos. Chama-se The Wrestler o novo trabalho de Darren Aranofsky, que conta a história de uma estrela do Wrestling em decadência. Em registo quase autobiográfico.esta é também a história de Mickey Rourke. Espreite ainda a sugestão do Cineclube de Joane para esta semana. Bom cinema! no 2009-02-18 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-18-CINERUM.mp3 2009-02-19 12:32:27 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-18-CINERUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-18-CINERUM.mp3 Esta semana há para ver no grande ecrã duas figuras no mínimo caóticas. Por detrás da câmara está Emir Kusturika, à frente Diego Maradona. Das viagens entre Belgrado e Buenos Aires, passando pelo drama da cocaína, ao tango e à paixão pelos palcos, Maradona bem que podia ser uma dos personagens Kusturikiana. Maradona by Kustutrika é documentário nada convencional sobre aquele que muitos chamam de Deus do Futebol Mundial. Em contagem decrescente para a cerimónia dos òscares falamos nesta edição com o director da revista Red Carpet, Marco A. Paulo. Não perca ainda as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Esta semana há para ver no grande ecrã duas figuras no mínimo caóticas. Por detrás da câmara está Emir Kusturika, à frente Diego Maradona. Das viagens entre Belgrado e Buenos Aires, passando pelo drama da cocaína, ao tango e à paixão pelos palcos, Maradona bem que podia ser uma dos personagens Kusturikiana. Maradona by Kustutrika é documentário nada convencional sobre aquele que muitos chamam de Deus do Futebol Mundial. Em contagem decrescente para a cerimónia dos òscares falamos nesta edição com o director da revista Red Carpet, Marco A. Paulo. Não perca ainda as sugestões dos cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-02-11 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-11-CINERUM.mp3 2009-02-12 18:15:51 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-11-CINERUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-11-CINERUM.mp3 Não é a história sobre a geração pós- holocausto nem tão pouco a relação entre um adolescente de 15 anos e uma mulher de 36. The Reader – O Leitor – é antes de mais a história de um amor que resistiu ao tempo. Um drama assinado por Stephen Daldry e baseado no romance de Bernhard Sclink, The Reader venceu um globo de ouro para melhor actriz secundária eum Bafta para melhor actriz para Kate Winslet, estando ainda nomeado para cinco óscares, incluindo o de melhor filme, realização e actriz principal. Um drama intenso que nos faz olhar de uma forma diferente para um assuntos tão complexos como as responsabilidades sobre o Holocausto. Espreite ainda as sugestõe do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Não é a história sobre a geração pós- holocausto nem tão pouco a relação entre um adolescente de 15 anos e uma mulher de 36. The Reader – O Leitor – é antes de mais a história de um amor que resistiu ao tempo. Um drama assinado por Stephen Daldry e baseado no romance de Bernhard Sclink, The Reader venceu um globo de ouro para melhor actriz secundária eum Bafta para melhor actriz para Kate Winslet, estando ainda nomeado para cinco óscares, incluindo o de melhor filme, realização e actriz principal. Um drama intenso que nos faz olhar de uma forma diferente para um assuntos tão complexos como as responsabilidades sobre o Holocausto. Espreite ainda as sugestõe do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-02-04 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-04-CINERUM.mp3 2009-02-04 19:32:12 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-04-CINERUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-02-04-CINERUM.mp3 Nascido num bairro de lata da cidade de Mumbai, Jamal Malik de 18 anos, orfão que ganha a vida a servir chá num call center, está apenas a uma pergunta de ganhar 20 milhões de rupias no concurso local do «Quem quer ser milionário». A história de um herói improvável que consegue, sem razão aparente, responder acertadamente a todas as questões. Um conto de fadas contemporâneo que tem como pano de fundo um país caótico e ao mesmo tempo, vibrante – a Índia. Slumdog Millionaire - «Quem quer ser milionário» marca o regresso de Dan Boyle, que depois de Trainspoting, consegue agora surpreender o público com um filme que é considerado como uma lufada de ar fresco para o cinema internacional. Veja ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Nascido num bairro de lata da cidade de Mumbai, Jamal Malik de 18 anos, orfão que ganha a vida a servir chá num call center, está apenas a uma pergunta de ganhar 20 milhões de rupias no concurso local do «Quem quer ser milionário». A história de um herói improvável que consegue, sem razão aparente, responder acertadamente a todas as questões. Um conto de fadas contemporâneo que tem como pano de fundo um país caótico e ao mesmo tempo, vibrante – a Índia. Slumdog Millionaire - «Quem quer ser milionário» marca o regresso de Dan Boyle, que depois de Trainspoting, consegue agora surpreender o público com um filme que é considerado como uma lufada de ar fresco para o cinema internacional. Veja ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-01-28 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-28 - CINE RUM.mp3 2009-01-30 15:18:48 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-28 - CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-28 - CINE RUM.mp3 Quase 30 anos depois de ter sido assassinado, chega finalmente ao cinema a história de Harvey Milk. O primeiro político na história dos EUA a assumir a sua homossexualidade e que ficaria conhecido pela sua causa: o «direito à diferença». Milk, o biopic sobre este activista gay dos finais dos anos 70 é asinado por Gus Van Sant que assim regressa ao mainstream, mas que apesar disso, ainda consegue fugir ao convencional. Sean Penn dá corpo a este activista gay e arrisca-se a vencer o óscar de melhor actor. Olhamos ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães para esta semana e os vencedores da edição deste ano do Festival de Sundance. Bom cinema! Music Quase 30 anos depois de ter sido assassinado, chega finalmente ao cinema a história de Harvey Milk. O primeiro político na história dos EUA a assumir a sua homossexualidade e que ficaria conhecido pela sua causa: o «direito à diferença». Milk, o biopic sobre este activista gay dos finais dos anos 70 é asinado por Gus Van Sant que assim regressa ao mainstream, mas que apesar disso, ainda consegue fugir ao convencional. Sean Penn dá corpo a este activista gay e arrisca-se a vencer o óscar de melhor actor. Olhamos ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães para esta semana e os vencedores da edição deste ano do Festival de Sundance. Bom cinema! no 2009-01-21 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-20-CINE RUM.mp3 2009-01-22 17:53:00 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-20-CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-20-CINE RUM.mp3 O novo filme de Woody Allen chega esta semana a Portugal, «Vicky Cristina Barcelona» assim se chama a nova aventura do realizador de Nova Iorque que decidiu desta vez juntar num ménage à trois: Scarlet Johanson, Javier Bardem e Penélope Cruz.A história de duas amigas que se envolvem nas mais rambulescas aventuras amorosas. O filme que ganhou o Globo de Ouro para melhor comédia, está no entanto longe de ser um clássico na filmografia de Allen que tem vindo a desiludir desde Match Point. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music O novo filme de Woody Allen chega esta semana a Portugal, «Vicky Cristina Barcelona» assim se chama a nova aventura do realizador de Nova Iorque que decidiu desta vez juntar num ménage à trois: Scarlet Johanson, Javier Bardem e Penélope Cruz.A história de duas amigas que se envolvem nas mais rambulescas aventuras amorosas. O filme que ganhou o Globo de Ouro para melhor comédia, está no entanto longe de ser um clássico na filmografia de Allen que tem vindo a desiludir desde Match Point. Não perca ainda as sugestões do Cineclube de Joane e Guimarães. Bom cinema! no 2009-01-14 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-14-CINE RUM.mp3 2009-01-16 14:01:10 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-14-CINE RUM.mp3 http://podcast.rum.pt/uploads/CineRUM/2009-01-14-CINE RUM.mp3 Estreia esta semana o novo filme de David Lincher, apontado já como um dos favoritos ao Óscar. «O estranho Caso de Benjamim Button» é a história de um homem cujo destino invulgar é envelhecer ao contrário. Da adaptação livre da short-story do famoso escritor F.Scott Fitzgerald, escrita há mais de 80 anos, Benjamin, interpretado por Brad Pitt, é o veículo desta lógica invertida, ao tornar-se mais novo à medida que o tempo passa. De velho enrugado, até a marinheiro robusto transforma-se num jovem aventureiro que sonha conquistar o amor da sua vida – Daisy Fuller (interpretada por Cate Blanchett).Uma história de amor, ainda que demasiado breve e uma bela lição sobre o verdadeiro significado da vida e que nem o tempo deixa apagar! Espreitamos ainda as novidades da 29ª edição do Fantasporto e as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! Music Estreia esta semana o novo filme de David Lincher, apontado já como um dos favoritos ao Óscar. «O estranho Caso de Benjamim Button» é a história de um homem cujo destino invulgar é envelhecer ao contrário. Da adaptação livre da short-story do famoso escritor F.Scott Fitzgerald, escrita há mais de 80 anos, Benjamin, interpretado por Brad Pitt, é o veículo desta lógica invertida, ao tornar-se mais novo à medida que o tempo passa. De velho enrugado, até a marinheiro robusto transforma-se num jovem aventureiro que sonha conquistar o amor da sua vida – Daisy Fuller (interpretada por Cate Blanchett).Uma história de amor, ainda que demasiado breve e uma bela lição sobre o verdadeiro significado da vida e que nem o tempo deixa apagar! Espreitamos ainda as novidades da 29ª edição do Fantasporto e as sugestões dos Cineclubes de Joane e Guimarães. Bom cinema! no